“A responsabilidade pela situação do Brasil é nossa; é nosso dever mudar”, diz João Amoêdo

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AQUILES EMIR

Falando para um público estimado em cerca de 300 pessoas, o presidente do Partido Novo, João Amoêdo, comemorou nesta terça-feira (04), no Hotel Luzeiros, o atingimento do número mínimo de filiações para uma legenda disputar eleições municipais, e garantiu que seu partido estará na disputa pela Prefeitura de São Luís em 2020, e certamente estará pronto para concorrer ao Governo do Estado em 2022, se o ritmo de filiações se mantiver. São mais de 150 filiados na capital mais de 350 no estado.

Esta é a segunda passagem de Amoêdo por São Luís desde a fundação do Novo, e mais uma vez aproveitou seu encontro com a militância para mostrar uma radiografia do país e apontar os caminhos para que o Brasil possa se tornar desenvolvido. Para ele, enquanto houver Estado demais se intrometendo na vida de quem pretende investir e trabalhar, o país vai continuar padecendo de indicadores vexatórias seja na Economia como na Saúde, Educação, Segurança etc.

O presidente do Novo diz que é preciso ficar bem claro que os responsáveis por esta situação que perdura há décadas “somo nós”, pelas escolhas feitas a cada eleição, portanto é o momento de fazer novas escolhas para o Brasil mudar. “A responsabilidade por esta situação é nossa; cabe a nós o dever de mudar”, pregou.

João Amoêdo defendeu as reformas trabalhista, fiscal política e, a maior de todas, da Previdência. Ele mostrou que se o Brasil não fosse obrigado a cobrir os gastos com a Previdência, o país vinha obtendo superavit em seus balanços.

Um grande número de simpatizantes do Novo foi ouvir João Amoêdo

Ele defendeu ainda que o governo avance nas privatizações e se mostrou favorável à transferência dos serviços de saneamento (água e esgoto) para a iniciativa privada, lembrando que as estatais não têm conseguido eficiência nesse campo e com isto o Brasil continua com uma grande parcela da população sem água tratada e esgoto.

Mais uma vez, ele recordou como nasceu o Novo, que resultado de debates num pequeno grupo que imaginava criar uma ONG para debater essas questões, porém depois ficou decidido que melhor seria um partido, pois somente por meio deste é possível criar leis, mudar as os costumes políticos, aprovar os projetos modernizantes etc.

Segundo ele, seu partido vem dando exemplos com suas bancadas de vereadores e deputados estaduais e federais, com economias expressivas em câmaras, assembleias e no Congresso, bem como no Poder Executivo, já que o partido conquistou o governo de Minas Gerais.

Amoêdo foi candidato a presidente da República em 2018, e mesmo sem tempo de rádio e TV, sem coligações e sem grande estrutura de campanha, ficou em quinto lugar, à frente de outros mais conhecidos e com mais volume de campanha: Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (MDB) e outros.

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