Bahia quer o bicampeonato do Nordeste, mas Sampaio vai lutar pela conquista inédita

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Neste sábado (07), o Bahia entra em campo diante do Sampaio Corrêa em busca do bicampeonato da Copa do Nordeste 2018, mas vai encontrar um adversário motivado a obter sua primeira conquista da competição. Do time do ano passado, o Bahia tem oito jogadores que conquistaram o título da competição: o goleiro Anderson, os zagueiros Tiago e Lucas Fonseca, os meias Allione, Zé Rafael, Edson e Régis, e o atacante Edigar Junio.

Capitão em 2017, o zagueiro Tiago segue usando a braçadeira do time baiano este ano e citou o papel do líder na conquista de um título. “São diversos os papéis do capitão para um título. E acho que eu não sou o único capitão aqui. Dentro do nosso grupo existem vários líderes, que fazem com que haja uma harmonia entre a equipe, e que o pensamento de todos seja igual, sempre querendo buscar os objetivos, os títulos. Somos privilegiados por isso”.

Outro jogador fundamental no título no ano passado é o meia Régis. Artilheiro na última edição, com seis gols marcados, o camisa 20 falou sobre a receita para levantar a taça do Nordestão mais uma vez.

“Estou muito feliz por estar em mais uma decisão da Copa do Nordeste, um campeonato que a gente almeja bastante. Acho que o segredo é entrar todo mundo focado, pensando num mesmo objetivo. E tenho certeza que, com a qualidade do nosso grupo e com a vontade que a gente está de querer vencer, a gente vai conquistar este título”, afirmou o meia.

Para chegar ao bicampeonato, o Bahia terá que reverter a derrota por 1 a 0 no primeiro jogo da final, na última quarta-feira (04), em São Luís.

Roberto Fonseca - Jogo de ida da final da Copa do Nordeste 2018.
Roberto Fonseca prega prudência, apesar da vantagem (Elias Auê/Sampaio Corrêa)

Vantagem – Pelo lado do Sampaio, o técnico Roberto Fonseca, a decisão ainda está em aberto. “Sabemos que é uma decisão muito difícil. Está 1 a 0 para nós, mas não tem nada definido, nada decidido. (O Bahia) É uma grande equipe, mas demonstramos que fizemos jus por estar nessa final”, analisou.

O resultado dá a vantagem do empate para o time maranhense, e o fato de não ter tomado gols em casa também estimula ainda mais a Bolívia Querida a conquistar o título inédito do Nordestão.

“O placar foi muito importante. Aquilo que nós falamos contra o ABC: é uma final e está aberta. Nós estamos com 90 minutos em 1 a 0, não tomamos gol. A nossa equipe é guerreira e trabalha muito. Eu tentei organizar para a gente administrar (o resultado). Temos que saber como está o jogador, porque às vezes a substituição não parte da parte técnica ou tática. Como no caso de Daniel e João, que estavam muito bem taticamente, mas tiramos pelo desgaste físico do jogo. Vamos recuperar para sábado”, concluiu.

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