Conmebol estabelece novas regras para reiniciar as copas Libertadores e Sul-Americana

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Alexandre Pato fez o primeiro gol do São Paulo na Copa Libertadores 2020 (Créditos: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

RAFAEL MONTEIRO 

Sem data para o reinício das Copas Libertadores e Sul-Americana, a Conmebol aprovou novas regras para a retomada das duas competições. Gestos corriqueiros no esporte, como trocar camisas com os adversários ao final da partida, beijar a bola, cuspir no chão e assoar o nariz serão proibidos no retorno dos torneios. A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (13) após reunião por videoconferência do Conselho, cujo objetivo era discutir medidas capazes de diminuir os riscos de contágio do novo coronavírus (covid-19) quando as partidas recomeçarem.

A lista de novas exigências – publicada no site oficial da entidade –  estabelece que os jogadores não poderão mais compartilhar objetos de cunho pessoal como, por exemplo, garrafas de água e de bebida isotônica. Os reservas de cada equipe deverão utilizar máscaras, assim como os membros da comissão que estiverem no banco de suplentes.

Além disso, todos terão que se submeter a controles de temperatura antes do início do jogo. A Conmebol ainda poderá solicitar aos clubes exames de covid-19 dos atletas durante os períodos de treinamento.

A imprensa também terá que se habituar a estas mudanças. As entrevistas após o jogo permanecem liberadas, porém, o atleta ou qualquer outro profissional deverá usar um protetor facial ao concedê-la.

Outras alterações –  Os regulamentos das competições preveem a possibilidade de troca na lista de jogadores inscritos de cada clube, no decorrer de cada fase. Na Libertadores, três mudanças poderão ser realizadas –  nas quartas de final e na semifinal – em relação à etapa anterior. Na Sul-Americana, as mesmas determinações valem nas oitavas de final e na semifinal. Para ambas as competições, os clubes vão ter o direito de fazer cinco  substituições durante os 90 minutos de partida.

Já as penas disciplinares financeiras ficarão mais leves. A entidade determinou a redução de 30% dos valores anteriormente exigidos pelo Código Disciplinar e Regulamento. Entretanto, este corte não vale para os profissionais que tomarem cartões amarelos e vermelhos. Nestes casos, os jogadores permanecem obrigados a pagar entre US$ 200 e 750,  dólares, respectivamente.

(Agência Brasil)

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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