Dos 18 deputados do Maranhão, 14 votam pela reforma da Previdência e 4 seguem Flávio Dino

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Flávio Dino não teria mais força neste momento para influenciar na aprovação ou na reprovação do projeto de reforma da Previdência Social 

AQUILES EMIR

O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou neste sábado (15) que 15 partidos já estariam acordados para votar a favor da reforma da Previdência Social. Caso isto se confirme, os acordos garantiriam o apoio de 14 dos 18 deputados federais – destes oito eleitos na coligação do governador Flávio Dino (PCdoB) – e de dois dos três senadores.

Já estavam inclinados a votar o projeto, tal como apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro, PSDB, DEM, PP, PR, PRB, PSD, PTB, SD, MDB, Podemos, Cidadania, PROS e Patriota. Juntas, essas bancadas somam 291 dos 513 deputados.  A ampliação do leque de apoio se deu após o relatório apresentado na última quinta-feira (12) pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que retirou dois pontos polêmicos, o BPC e a aposentadoria rural.

De acordo com Maia, há um grupo de 15 partidos comprometido com a reforma, apesar do “desgaste” que teria sido provocado pela matéria. “Mas, com a responsabilidade que temos com o Brasil, todos vamos votar e ajudar o País”, afirmou, dizendo estar seguro de que ela será aprovada em julho na Câmara.

O balanço de Rodrigo Maia enfraquece o discurso do governador Flávio Dino (PCdoB), que resiste à reforma, mas parece que perdeu o controle da bancada, pois estariam com ele no momento apenas quatro deputados: Bira do Pindaré (PSB), Gil Cutrim (PDT), Márcio Jerry (PCdoB) e Zé Carlos (PT). Já no Senado, por enquanto, contaria apenas com Weverton Rocha (PDT), pois os partidos de Eliziane Gama (Cidadania) e Roberto Rocha (PSDB) apoiam a reforma. Leia mais em CONVERSA FRANCA.

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Rodrigo Maia informou ainda que abriu negociações também com o PDT, e caso consiga êxito, puxaria para a aprovação do projeto também o deputado Gil Cutrim e o senador Weverton, isto é, restariam apenas três votos contrários, o que seria muito pouco para qualquer negociação, neste momento, com o governador, pois este não tem mais nada a oferecer.

Se confirmadas as previsões de Rodrigo Maia, já estariam garantidos os votos de Aluísio Mendes (Pode), André Fufuca (PP), Cléber Verde (PRB), Edilázio Júnior (PSD), Eduardo Braide (PMN), Gastão Vieira (Pros), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Josimar do Maranhãozinho (PL), Júnior Lourenço (PSL), Juscelino Filho (DEM), Marreca Filho (Patriota), Pastor Gildenemyr (PMN) e Pedro Lucas Filho (PTB).

Dos 18 deputados, 12 foram eleitos pela coligação de Flávio Dino, mas tudo indica que deixou de exercer influência sobre oito, que passaram a seguir a orientação nacional de seus partidos. Também se elegeram na coligação do governador, o senadores Eliziane Gama (Cidadania) e Weverton Rocha (PDT).

Rodrigo Maia informou ainda que já abriu negociações também com o PDT, e caso consiga êxito, puxaria para a aprovação do projeto também o deputado Gil Cutrim e o senador Weverton, isto é, restariam no Maranhão apenas três votos contrários, o que seria muito pouco para qualquer negociação, neste momento, com o governador, pois este não tem mais nada a oferecer, ainda que queira aderir, pois as outras adesões foram feitas antes.

Se confirmadas as previsões de Rodrigo Maia, já estariam garantidos, da bancada maranhense, os votos de Aluísio Mendes (Pode), André Fufuca (PP), Cléber Verde (PRB), Edilázio Júnior (PSD), Eduardo Braide (PMN), Gastão Vieira (Pros), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Josimar do Maranhãozinho (PL), Júnior Lourenço (PSL), Juscelino Filho (DEM), Marreca Filho (Patriota), Pastor Gildenemyr (PMN) e Pedro Lucas Filho (PTB).

Dos 18 deputados, 12 foram eleitos pela coligação de Flávio Dino, que juntou em torno de sua candidatura 13 partidos, mas tudo indica que deixou de exercer influência sobre oito, que passaram a seguir a orientação nacional de suas legendas. Também se elegeram na coligação do governador, o senadores Eliziane Gama (Cidadania) e Weverton Rocha (PDT).

Além dos deputados, já estaria também no acordo pró-reforma o partido do vice-governador Carlos Brandão, PRB, ou seja, Flávio Dino está sozinho.

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