Iphan e Prefeitura entregam a primeira etapa de requalificação das praças Deodoro e Panteon

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Um espaço público de qualidade que prioriza o pedestre, com urbanismo ordenado e possibilitando às pessoas vontade de permanecer, usufruir e conviver no local. Assim é o Complexo Deodoro, compostos pelas praças Deodoro e Panteon e as alamedas Silva Maia e Gomes de Castro., que teve a primeira etapa das obras de requalificação entregue neste sábado.

Para execução dessa obra, o Governo Federal, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), investiu quase R$ 20 milhões, envolvendo uma parceria com a Prefeitura de São Luís.  Além de toda a fiação ter sido embutida nesse primeiro trecho da Rua Grande, outro grande impacto para quem chega ao local é a dimensão das novas praças.

O projeto com soluções urbanísticas e arquitetônicas que resgatam a importância histórica do local, antes conhecido como Campo de Ourique, e a vista privilegiada da Biblioteca Benedito Leite. As praças e alamedas estão agora mais integradas, como se formassem uma grande e única praça, com espaços acessíveis e sem obstáculos, que é um verdadeiro convite ao pedestre.

Foi ainda pensando nisso que a obra incluiu também um novo paisagismo, iluminação pública, mobiliário urbano e pavimentação, além da abertura de pequenas praças rebaixadas, que funcionam como recantos para a permanência.

Em São Luís (MA), Praças Deodoro e Panteon foram completamente requalificadasBustos retornam – Outro grande destaque na nova configuração do Complexo Deodoro foi o retorno dos bustos de grandes personalidades das artes e letras do Maranhão à Praça Panteon. Por 11 anos, eles haviam sido armazenados no Museu Histórico e Artístico do Maranhão e agora foram higienizados e restaurados para retomar seu local de destaque, em frente à Biblioteca Benedito Leite.

Desde 1998, os bustos são uma homenagem póstuma oficial e permanente a Arnaldo Ferreira, Artur Azevedo, Henriques Leal, Gomes de Castro, Clodoaldo Cardoso, Coelho Neto, Humberto de Campos, Dunshee de Abranches, Nascimento Moraes, Gomes de Sousa, Bandeira Tribuzi, Ribamar Bogéa, Silva Maia, Maria Firmina, Côrrea de Araújo, Teixeira Mendes, Raimundo Correia, Urbano Santos e Josué Montello, por sua contribuição às artes no Estado.  Forjados em bronze, eles são resistentes ao sol e às chuvas e contam com placas que identificam cada um desses intelectuais maranhenses.

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