Maranhão se mantém como sétimo estado com maior número de mortes pelo coronavírus

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AQUILES EMIR

Com 32 mortes confirmadas, o Maranhão se mantém como sétimo estado com maior número de óbitos por coronavírus do Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (14). À frente dele estão apenas São Paulo (695), Rio de Janeiro (224), Pernambuco (115), Ceará (107), Amazonas (90) e Paraná (36).

Atrás do Maranhão vêm, pela ordem, Minas Gerais (27), Santa Catarina (26), Bahia (22), Pará (19), Rio Grande do Norte (18), Rio Grande do Sul (18), Distrito Federal (17), Espírito Santo (17), Paraíba (16), Goiás (15), Piauí (08), Amapá (06), Sergipe (04), Mato Grosso do Sul (04), Alagoas (04), Mato Grosso (04), Acre (03), e Roraima (03) Rondônia (20). Tocantins é o único estado onde ainda não houve morte.

Nesta terça, o Hospital São Domingos também divulgou boletim em que atesta estarem 119 pessoas internadas, com suspeitas ou já confirmadas com testado positivamente para o convid-19.

Já o número de casos somou 25.262, o que representa um crescimento de 8% em relação ao balanço anterior (13), quando o Ministério da Saúde registrou 23.430. A taxa de letalidade do país está em 6,1%, maior do que a registrada segunda-feira (13), quando o índice foi de 5,7%.

A maior parte das notificações da lista nacional está em São Paulo, com 9.371 casos confirmados e 695 mortes. Apenas o estado de Tocantins não tem, até o momento, óbito pela doença, mas também registrou casos confirmados, assim como todos os demais estados brasileiros.

Atualmente, os estados do Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Roraima estão em estado de emergência, ou seja, precisam de redobrar os cuidados em relação à prevenção do coronavírus por estarem 50% acima da incidência nacional de casos de coronavírus.

Hospitalizados – Do total de casos, 6.043 estão em estado grave, necessitando de internação em hospitais de referência em todo o Brasil. Atualmente, dos 1.532 óbitos confirmados, 73% ocorreram em pessoas com mais de 60 anos e 73% do total das vítimas apresentavam pelo menos um fator de risco.

Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham comobirdades, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma e puérperas, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus.

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação