Maranhão tem saldo superior a 1,7 mil empregos preservados em agosto

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AQUILES EMIR

O Maranhão fechou o mês de agosto com um saldo de 1.734 postos de trabalho preservados, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério do Trabalho e Previdência (MTE).

De acordo com os números, Construção Civil foi o setor que teve melhor desempenho, com saldo de 759, enquanto a Agropecuária teve o pior desempenho, com saldo negativo de 208. O desempenho de agosto é melhor que é de julho, que foi de 1.567, ou seja, 167 a mais.

No mês de agosto, conforme os números do levantamento, foram admitidos 13.181 trabalhadores e 11.447 foram demitidos, o que gerou o saldo de 1.734. Com este resultado do mês passado, o Maranhão passou a registrar saldo positivo no acumulado dos oito meses de 313 empregos preservados, pois foram 98.694 admissões e 98.381 demissões, porém no acumulado dos 12 meses há um déficit de 8.007 empregos perdidos, resultado de 144.797 admissões e 152.804 demissões.

Veja o desempenho por setor:

Extrativa Mineral 1
Indústria de Transformação 494
Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP 56
Construção Civil 759
Comércio 174
Serviços 484
Administração Pública -26
Agropecuária -208
Total 1.734

 

Agropecuária foi o setor que teve pior desempenho no mês de agosto

Em nível nacional, o número de novas vagas de trabalho com carteira assinada somou 35.457, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged. Segundo o Caged, agosto foi o quinto mês seguido com mais vagas de trabalho formal abertas do que fechadas no país.

No mês anterior, julho, foram gerados mais 35.900 postos de trabalho com carteira assinada. De janeiro a agosto deste ano, o mês de abril foi o que apresentou melhor resultado: 71.193 novas vagas em postos de trabalho formal.

No entanto, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o desemprego continua alto. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), no trimestre de maio a julho, 12,8% dos brasileiros estavam desocupados, número que representa um quantitativo de 13,3 milhões de pessoas.

(Com dados do MTE)

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