Maranhense que estava entre os foragidos de presídio no Paraguai é preso no Mato Grosso do Sul

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Agentes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul recapturaram, na manhã desta segunda-feira (20), um dos 75 presos que escaparam da Penitenciária Regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na madrugada deste domingo (20).

Eduardo Alves da Cunha, de 30 anos, foi detido na Rodovia 463, próximo a Ponta Porã (MS), cidade brasileira na fronteira com o Paraguai. Natural de Imperatriz (MA), ele já está há quatro anos na penitenciária paraguaia, cumprindo pena por tráfico de drogas.

Abordado pelos policiais, Cunha demonstrou nervosismo, o que chamou a atenção dos militares mobilizados para reforçar o policiamento após a fuga na unidade prisional de Pedro Juan Caballero. Interrogado, Cunha acabou confessando aos agentes que fugiu junto com outros presos. Em seguida, ele foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil de Ponta Porã.

Embora não haja mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira, ele ficará detido até a conclusão da análise de sua situação jurídica. Inclusive se o nome pelo qual o homem respondeu ao processo no Paraguai, e a partir do qual é identificado pelas autoridades do país vizinho, é o mesmo que ele utilizava no Brasil.

Agentes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul recapturaram, na manhã de hoje (20), um dos 75 presos que escaparam da Penitenciária Regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na madrugada deste domingo (20).

Eduardo Alves da Cunha, de 30 anos, foi detido na Rodovia 463, próximo a Ponta Porã (MS), cidade brasileira na fronteira com o Paraguai. Natural de Imperatriz (MA), ele já está há quatro anos na penitenciária paraguaia, cumprindo pena por tráfico de drogas.

Abordado pelos policiais, Cunha demonstrou nervosismo, o que chamou a atenção dos militares mobilizados para reforçar o policiamento após a fuga na unidade prisional de Pedro Juan Caballero. Interrogado, Cunha acabou confessando aos agentes que fugiu junto com outros presos. Em seguida, ele foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil de Ponta Porã.

Embora não haja mandado de prisão expedido pela Justiça brasileira, ele ficará detido até a conclusão da análise de sua situação jurídica. Inclusive se o nome pelo qual o homem respondeu ao processo no Paraguai, e a partir do qual é identificado pelas autoridades do país vizinho, é o mesmo que ele utilizava no Brasil.

 

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O primeiro recapturado tem 30 anos, é de Imperatriz, e cumpria pena por tráfico de drogas na penitenciária de Pedro Juan Caballero há quatro anos

Neste domingo (19), o ministro do Interior paraguaio, Euclides Acevedo, disse que solicitou ajuda às autoridades de segurança pública do Brasil, inclusive à Polícia Federal (PF). “A prioridade é recapturar os presos que seja possível recapturar. Para isto, estamos trabalhando com a Polícia Federal brasileira e eu estou em contato com o ministro Sergio Moro, porque este é um problema de caráter regional”, comentou Acevedo, lembrando que acordos regionais assinados recentemente permitiriam às forças de segurança do Paraguai entrar em território brasileiro, e vice-versa.

“O que estamos conversando é como, por meio da política fronteiriça, o Brasil pode, eventualmente, cooperar para que recapturemos os fugitivos”, acrescentou o ministro paraguaio, confirmando que não está descartada a hipótese de funcionários da penitenciária terem ajudado na fuga dos presos. “A cumplicidade não só é verossímil, como quase evidente.”

Fuga – Os 75 presos escaparam da Penitenciária Pedro Juan Caballero, no Paraguai, nas primeiras horas deste domingo (19). Policiais encontraram um túnel que levava do interior de uma das celas ao lado externo, mas suspeita-se que nem todos os fugitivos tenham escapado por ele, ontem.

“Já nos dias anteriores, vários dos fugitivos teriam deixado a prisão pela porta principal. Isso implica que, com efeito, toda a penitenciária está envolvida”, disse Acevedo, ontem mesmo.

Tão logo o assunto veio a público, o chefe de Segurança, Matías Vargas, e o diretor da penitenciária, Cristian González, foram demitidos e cinco agentes penitenciários foram presos. A ministra da Justiça, Cecilia Pérez, disse que “a possibilidade de envolvimento de agentes penitenciários corruptos” é alta e que a maioria dos detentos que escaparam integra a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

(Agência Brasil com informações da Agência de Informação do Paraguai)

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação