Membros do Comité Olímpico Internacional criticam insistência para manter Jogos de Tóquio

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Natália Gaudio (Brasil), medalha de bronze na competição individual geral da ginástica rítmica dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019. Local: Polideportivo Villa El Salvador, em Lima (Peru). Data: 03.08.2019. Crédito obrigatório: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

Dia a dia, a insistência do Comitê Olímpico Internacional (COI) de não alterar as datas de realização dos Jogos de Tóquio recebe novas críticas. Nesta quinta-feira (19) a canadense Hayley Wickenheiser, campeã olímpica no hóquei no gelo nos Jogos de Inverno, afirmou, em entrevista à Agência Reuters, que neste momento é necessário mostrar mais compaixão e empatia.

Hayley, que é membro da comissão de ateltas do COI, e que atualmente está em auto-isolamento em Toronto (Canadá) por conta do avanço do coronavírus em seu país, diz: “Apenas sinto que a insistência de que os Jogos aconteçam em julho está prestando um desserviço às pessoas do mundo em primeiro lugar, e depois aos atletas que tentam se preparar”.

Além disso, quatro vezes medalha de ouro no hóquei no gelo, afirmou que, no atual contexto, o movimento olímpico deveria mostrar “mais compaixão e empatia”.

Na entrevista, Hayley também comentou a dificuldade dos atletas se prepararem de forma adequada em um contexto de pandemia do coronavírus: “Se você estiver indo para as Olimpíadas, você quer ir lá da melhor maneira possível, sabendo que foi capaz de fazer todo o treinamento que pôde. Muitos atletas não terão essa chance”.

(Agência Brasill)

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação