Musical “A cigarra autista” será apresentado neste domingo a alunos da rede municipal

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O musical “A Cigarra Autista”, da cantora Anna Torres, terá apresentação exclusiva, no domingo (27), às 16h, no Teatro Arthur Azevedo, para os estudantes das escolas da rede municipal de São Luís. A iniciativa da Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) tem como objetivo possibilitar a reflexão, entre os alunos e de forma lúdica, da necessidade da inclusão de pessoas com deficiência.

“O musical é uma parceria importante da Prefeitura, na gestão do prefeito Edivaldo, com a artista Anna Torres, pois vem somar à prática da rede municipal que é a de oferecer uma educação de qualidade social, comprometida com a aprendizagem das crianças, jovens e adultos, que assegura o acesso e a participação das pessoas com deficiência, neste caso em especial ao Transtorno do Espectro Autista (TEA)”, afirmou Moacir Feitosa

O espetáculo tem duração de 50 minutos e é parte de um projeto maior composto por um livro infantil ilustrado e acompanhado de um CD com o texto narrado e músicas cantadas. A artista lançou o livro na 13ª Feira do Livro de São Luís, encerrada dia 20 de outubro.

Espetáculo – No musical, a cantora e instrumentista Anna Torres, será acompanhada por três músicos: o autista e multi-instrumentista Victor Oliveira; o pianista e deficiente visual Henrique Duailibe; e o guitarrista Jayr Torres. O espetáculo conta ainda com a participação de duas bailarinas e projeções.

O espetáculo é de autoria de Ana Torres, em parceria com o renomado escritor Márcio Paschoal (adaptação do texto). A história aborda a fábula da “Cigarra e a Formiga” recontada de maneira lúdica mas, ao mesmo tempo, realista. Ressalta que a cigarra, não é apenas uma grande cantora, mas também uma grande trabalhadora.

Passado na Floresta Amazônica, com personagens que fazem parte da fauna e do folclore brasileiro, a história “A Cigarra Autista”, alerta para a urgência da preservação do meio ambiente, da aceitação do outro e do amor, como forma de construção de uma sociedade melhor. O livro aborda ainda, no corpo da ficção, a questão do Espectro Autista e da Síndrome de Asperger.

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