Para 33% dos brasileiros, Bolsonaro faz um governo bom ou excelente

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Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (O8) pelo jornal Folha de São Paulo, indica que o percentual dos que consideram o governo de Jair Bolsonaro bom e excelente é de 33%, mesmo índice dos que consideram ruim ou péssimo. Para 31%, ele faz um governo regular e o restante não soube opinar.

A pesquisa, feita nos dias quinta (04) e sexta-feira (05), com 2.860 pessoas com mais de 16 anos, em 130 cidades, coincide com o apurado pelo Ibope, na pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que deu 32% de aprovação e 32% de rejeição. A margem de erro de dois pontos percentuais.

Respostas ótimo/bom nos seis primeiros meses de mandato, em %:

  • Fernando Collor de Melo (1990) – 34%
  • Itamar Franco (1993) – 24%
  • Fernando Henrique Cardoso 1 (1995) – 40%
  • Fernando Henrique Cardoso 2 (1999) – 16%
  • Lula 1 (2003) – 42%
  • Dilma Rousseff 1 (2011) – 49%
  • Dilma Rousseff 2 (2015) – 10%
  • Jair Bolsonaro (2019) – 33%
Apesar desse resultado, mais da metade, ou seja, 51% preveem que Bolsonaro fará uma gestão ótima ou boa, os que acham que fará um governo regular são 21%, enquanto 24% acham que a administração será ruim.

Para 61% dos entrevistados, ele fez menos do que o esperado, enquanto 22% consideram o desempenho previsível. Já 12% avaliam que ele superou a expectativa.

Os que acham que Bolsonaro se comportado como um presidente são 22%, o que acham não ter comportamento compatível com a função, 25%, enquanto 28% consideram que na maioria das vezes ele segue a liturgia do cargo e 21% o reprovam sempre.

O Datafolha aferiu melhora geral entre os que se dizem animados, felizes e tranquilos com o país, em relação aos números apurados antes do segundo turno, em outubro.

Segundo o Datafolha, os que se dizem tristes com o país são 65% contra  33% de quem se diz feliz. Outros 58% dizem ter medo do futuro.

E houve aumento entre os que afirmam ter medo do futuro (58%, ante 53% em outubro), e estabilidade entre os que têm mais medo do que esperança no país (de 51% antes para 53% agora). As mulheres são muito mais pessimistas do que os homens: 71% delas se dizem desanimadas com o país.

 

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