Polícia Federal investiga um grupo terrorista que estaria ameaçando matar presidente Bolsonaro

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A revista Veja publicou nesta sexta-feira (17) que divisão antiterrorismo da Polícia Federal está desenvolvendo uma investigação para tentar descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que estaria ameaçando matar o presidente Jair Bolsonaro e dois dos seus ministros. O grupo, autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre”, se diz “ecoterrorista” e “anticristão”.

De acordo com a Veja, o grupo tem feito “ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro”, conforme documentos da Polícia Federal.

 

 TERROR –   Na página que mantém na internet, a “Sociedade Secreta Silvestre” assumiu a responsabilidade pelos ataques ao Ibama: bombas e pichações

TERROR –   Na página que mantém na internet, a “Sociedade Secreta Silvestre” assumiu a responsabilidade pelos ataques ao Ibama: bombas e pichações (//.)

As ameaças são postadas num site – e vieram à tona quando, ainda em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse de Jair Bolsonaro. Às vésperas da solenidade, agentes da PF desarmaram uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 quilômetros distante do Palácio do Planalto.

Ainda de acordo com a reportagem, o grupo incendiou, recentemente, dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.

Segundo os investigadores, as condutas dos envolvidos são “extremamente graves, inclusive com a utilização de artefatos explosivos” e representam “atos criminosos”. Os detalhes das ameaças ao presidente e aos ministros estão numa reportagem publicada nesta edição de VEJA.

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