Renda do maranhense cai no terceiro trimestre deste ano comparada a de igual período de 2018

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O rendimento médio do maranhense diminuiu em 2019 na comparação com 2018. No terceiro trimestre do ano passado, a renda média de um trabalhador no Maranhão era R$ R$ 1.363,00 e no mesmo período deste ano caiu para R$ 1.333,00. Já na comparação do terceiro trimestre deste 2019 com o segundo, quando a renda média era de R$ 1.321,00, houve um ligeiro ganho real de 0,9 ponto percentual p.p.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa acompanha as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos do mercado de trabalho.

De acordo com a pesquisa, a taxa de desocupação no Maranhão, no terceiro trimestre de 2019, foi de 14,1%, mas considerando o resultado para o trimestre anterior, quando foram registrados 14,6%, percebe-se ligeira redução. A taxa do estado ficou também menor que a do Nordeste, que apontou 14,4% de desocupação no terceiro trimestre.

Já na comparação com o mesmo trimestre de 2018, observa-se que a taxa teve leve aumento em 2019. No terceiro trimestre de 2018, a taxa do Maranhão foi de 13,7%.

Além dos números referentes à desocupação, a PNAD Contínua revelou, ainda, que o número de pessoas que desistiram de procurar trabalho, os desalentados, aumentou no Maranhão, em 2019. No terceiro trimestre de 2018, o estado apresentava 523 mil pessoas desalentadas. Já no terceiro trimestre de 2019, 592 mil pessoas encontravam-se nessa situação.

O Maranhão é o segundo estado com o maior número de desalentados no País. Apenas a Bahia apresentou maior quantidade (781 mil pessoas). Embora, os números para o Brasil revelem que a quantidade de pessoas desalentadas no terceiro trimestre de 2019 (4.703.000) foi menor que a quantidade registrada no mesmo trimestre de 2018 (4.734.000).

Subutilização – A taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 24,0%. Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%) apresentam as maiores estimativas, ambas acima de 40%. Já as menores taxas foram em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%).

Taxa composta de subutilização da força de trabalho no 3° tri/2019

 

Percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana
de referência, na categoria CONTA PRÓPRIA do trabalho principal (%), segundo
as Grandes Regiões e as Unidades da Federação – 3º Trimestre 2018/2019

Sem carteira assinada – A proporção de empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado do país no terceiro trimestre deste ano foi de 26,4%. As unidades da federação com os maiores percentuais foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%) e as menores taxas estavam no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

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