Roberto Veloso, Kátia Bogéa e Victor Mendes são opções do MDB para prefeito de São Luís

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AQUILES EMIR

O presidente do diretório estadual do MDB no Maranhão, ex-senador João Alberto, declarou nesta quarta-feira (17) que o seu partido vai participar da eleição em São Luís com chapa completa. “Vamos apresentar, além dos candidatos a prefeito e vice-prefeito, uma chapa com 48 pretendentes à Câmara Municipal”, disse ele, acrescentando que a intenção é lançar nomes de pessoas que não estejam exercendo cargo eletivo, de preferência, estreantes na política.

Para suceder Edivaldo Holanda Júnior (PDT), cujo partido está há mais de três décadas no comando da capital, João Alberto diz que três nomes vêm sendo sondados: o da presidente do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Kátia Bogéa; do juiz federal Roberto Veloso e do ex-deputado federal Victor Mendes, que já foi secretário estadual de Meio Ambiente.

O projeto de João Alberto vai depender de que pelo menos dois desses nomes – Roberto Veloso e Kátia Bogéa – estejam dispostos a renunciar às funções que hoje exercem para uma aventura eleitoral, o que terá de ocorrer até abril do próximo ano. Já Victor Mendes, este está sem mandato e sem função pública, portanto seria o menos sacrificado.

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Para o ex-senador, Kátia Bogéa já demonstrou capacidade administrativa como ex-superintendente estadual e atual presidente do Iphan e revelou o quanto poderia fazer de São Luís uma cidade melhor para se viver, pois conseguiu viabilizar três grandes projetos que estão mudando radicalmente a paisagem de São Luís: as reformas das praças Pedro II (em frente à Igreja da Sé), Deodoro e Panteon, bem como a revitalização da Rua Grande, principal centro comercial de São Luís.

 

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Já com relação ao juiz federal Roberto Veloso, diz que este ganhou reputação nacional como presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), sendo uma pessoa “respeitadíssima”, que certamente daria a São Luís um novo conceito de gestão pública. João Alberto ressalta que “assim como o Maranhão é governado por um ex-juiz (Flávio Dino), São Luís também poderá ser”, e lembra que a população do Rio de Janeiro também optou por um ex-juiz, Wilson Witzel, na esperança de ter alguém no comando do estado sem vícios da política.

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Quanto a Victor Mendes, o presidente do MDB destaca que ele é uma grande liderança, dentro e fora da capital, já tendo exercido cargos de deputado estadual e federal e secretário de Meio Ambiente. Segundo João Alberto, trata-se de um político jovem, com muita disposição para o trabalho e que certamente colocaria São Luís nos trilhos do desenvolvimento.

No que diz respeito aos candidatos a vereador, João Alberto diz que o MDB não dará legenda para nenhum que esteja com pretensões de reeleição, pois o objetivo é promover uma renovação da Câmara Municipal.

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Recém-reconduzido à presidência do diretório estadual da legenda, João Alberto disse que só aceitou o cargo porque não queria uma cisão na legenda, já que os dois pretendentes, os deputados Roberto Costa (estadual) e Hildo Rocha (federal), diziam que só abriam mão da pretensão se ele fosse candidato.

João Alberto informou ainda que nos próximos trinta dias estará realizando uma reunião, em São Luís, com os presidentes dos diretórios municipais e lideranças de expressão para definir os rumos que o partido tomará em 2020. Para ele, a eleição do próximo ano vai dar uma direção sobre como o partido enfrentará a eleição de 2022.

Quanto a ele, diz que será candidato a vereador de Bacabal, cidade onde tem seu maior reduto eleitoral e da qual já foi prefeito.

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