São Luís e São José de Ribamar estão entre as cidades mais violentas do país

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AQUILES EMIR

São José de Ribamar é o quarto município mais violento do Brasil, segundo números do Atlas da Violência divulgados nesta segunda-feira (05) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Forum Brasileiro de Segurança Pública. Em 23º lugar, aparece São Luís, ou seja, os lugares mais inseguros do estado são da zona metropolitana da capital.

De acordo com a estatística, em 2015 ocorreram em Ribamar 112 homicídios, o que dá uma taxa de 84,1 mortes por cada grupo de 100 mil habitantes. No mesmo município, foram registradas 11 mortes violentas com causa indeterminada (MVCI), o que dá 8,3 por cada grupo de 100 mil. A taxa de mortes violentas (homicídios + MVCI) no município é de 92,3.

Já na capital, foram registrados 758 homicídios, o que dá uma taxa de 70,6 mortes por cada grupo de 100 mil habitantes. Também foram registradas 36 mortes violentas com causa indeterminada (MVCI), o que dá 3,4 por cada grupo de 100 mil. A taxa de mortes violentas (homicídios + MVCI) em São Luís é de 73,9.

São Luís e Fortaleza (CE) são as duas capitais que aparecerem no ranking dos municípios mais violentos do Brasil. Na capital cearense, foram 1.729 homicídios e 295 MVCI em 2015, o que lhe dá uma taxa anual de 78,1 mortes violentas por cada 100 mil habitantes.

Ainda com base nos dados do Atlas da Violência, o Maranhão teve de 2005 a 2015 um aumento de 130,5% nos casos de homicídios. Há dez anos eram 15,3 casos por cada 100 mil habitantes e ano passado essa taxa chegou a 35,3, abaixo do registrada em 2014, que foi de 35,9.

O município considerado o mais violento do Brasil é Altamira, no Pará, com 114 homicídios e duas MVCI, o que dá uma taxa de 107 mortes violentas por cada grupo de 100 mil. O grupo dos 30 mais violentos é fechado por Feira de Santana, na Bahia, que registrou 218 homicídios e 205 MVCI, o que dá uma taxa de 68,5 mortes violentas por cada grupo de 100 mil habitantes.

O município menos violento do Brasil é Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, com cinco homicídios e uma MVCI em 2015, o que lhe deu uma taxa de 3,7 mortes violentas por cada grupo de 100 mil.

 

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