Sistema Fecomércio de luto com a morte do seu vice-presidente Marcelino Ramos

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Como vice-presidente da Fecomércio, Marcelino em diversas oportunidade substituiu Arteiro no comando da instituição

O presidente da Federação do Comércio, José Arteiro da Silva, disse na manhã desta quinta-feira (27) que o Sistema Fecomércio perdeu, com a morte de Marcelino Ramos Araújo, uma das pessoas mais dedicadas à sua causa. Primeiro vice-presidente da instituição, o empresário faleceu na madrugada desta quinta, na UDI Hospital, onde se submetia a um procedimento de hemodiálise.

Natural de Brejo, na região do Baixo Paranaíba, onde nasceu em 1938, Marcelino era presidente do sindicato atacadista do ramo de medicamentos, segmento em que atuava também varejista, proprietário da Droga Athenas, localizada no Centro de São Luís. Ele era também bacharel em Direito e técnico em Contabilidade, mas sua grande vocação era para o ramo empresarial, onde começou office Boy, depois passou a auxiliar de escritório, promotor de vendas junto a consultórios médicos e hospitais e por último dono do seu próprio negócio.

Em 1974, abriu a Distribuidora Ateniense Ltda, em sociedade com Luis Perdigão da Costa Abreu. Anos depois abriu outra empresa, a DistribuiFarma, também no ramo atacadista de medicamentos, além de ter enveredado pelo segmento varejista de medicamentos com duas drogarias, uma localizada na Rua Grande e outra na Rua do Sol, a Droga Atenas. Em 1988, passou a exercer também a função de Juiz Classista na Justiça do Trabalho.

Marcelino Araújo iniciou sua militância na Fecomércio nos anos 1970, como militante do Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos de São Luís, entidade que anos depois passou a presidir e passou a integrar a diretoria da Federação nos anos 1980. Sua última eleição foi para a gestão 2018-2022. Também ocupava um cargo de suplência na atual gestão da Diretoria da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Nos últimos anos, ele vinha substituindo o titular em diversas ocasiões. Segundo Arteiro, pelo conhecimento que tinha da instituição, não o representava em eventos, mas gerenciava, tomando decisões próprias. “Era uma pessoa da mais alta confiança”, disse Arteiro, para quem fará grande falta não só à Federação, mas aos órgãos vinculados: Sesc e Senac.

Marcelino Ramos Araújo deixa a esposa Zuleide Araújo, um filho e um neto. O velório acontece na manhã desta quinta-feira na Central de Velórios Pax União (Rua Oswaldo Cruz – Centro) e o enterro está programado para às 16h30.

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