Vale movimenta 43,4 milhões de toneladas de cargas pela Ferrovia Carajás no 1º trimestre

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A Estrada de Ferro Carajás (EFC) movimentou 43,4 milhões de toneladas de minério de ferro e carga geral no primeiro trimestre de 2018. O minério de ferro foi o principal produto transportado pela ferrovia, totalizando 42,5 milhões de toneladas no período. O trem de passageiros registrou 83.197 passageiros nos primeiros três meses de 2018.

No Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (TMPM) foram embarcadas 41,1 milhões de toneladas de produtos no primeiro trimestre de 2018. Deste total, 40,9 milhões de toneladas correspondem ao embarque de minério de ferro. Para suportar as operações locais, a Vale desembolsou (entre custeio e investimento) um total de US$ 471 milhões no Maranhão entre janeiro e março de 2018, um acréscimo de 24% em relação ao quarto trimestre do ano anterior. Desse montante, US$ 18,5 milhões foram destinados à área socioambiental no período.

O  Sistema  Norte, que compreende a mina de Carajás e S11D, localizadas no Sudeste do Pará, alcançou  uma  produção  recorde  para  um  primeiro  trimestre de 40,6 milhões de toneladas, ficando 12,9% acima do mesmo período do ano passado, devido ao ramp-up do S11D.

Expansão – A duplicação da ferrovia Carajás alcançou 85% de avanço físico, com 542 Km duplicados, e junto com o ramp-up bem-sucedido do projeto da mina e planta do S11D, o volume de produção do primeiro trimestre de 2018 alcançou mais do que a metade do volume produzido em 2017.

O projeto S11D (incluindo mina, usina e logística associada – CLN S11D) alcançou 95% de avanço físico consolidado no primeiro trimestre do ano, sendo composto pela conclusão da mina e 91% de avanço na logística.

Pelotização – Os projetos para retomar as operações das plantas de pelotização seguem conforme o planejado, com os start-ups das plantas de Tubarão I e de São Luís previstos para o segundo trimestre de 2018 e terceiro trimestre de 2018, respectivamente.

A planta de pelotização de Tubarão II já se iniciou em janeiro de 2018, antes do planejado e abaixo do orçamento. Os três projetos totalizam US$ 150 milhões e se referem, basicamente, a trabalhos de revitalização nas plantas de pelotização que serão alocados em investimentos correntes.

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