Jogo do Sampaio com Fluminense nesta quarta teve arbitragem 100% feminina

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Edna Alves (D) acompanhando a entrada dos jogadores para o gramado da partida, tendo ao seu lado Neuza Back

A Árbitra principal foi Edina Alves

De forma inédita, uma equipe de arbitragem 100% feminina trabalhou em um jogo da Copa Betano do Brasil, nesta quarta-feira (22), entre Fluminense e Sampaio Corrêa, que disputavam classificação para as oitavas de fina do torneio. Foram, onze árbitras, em campo, e na sala de vídeo (VAR).

O número de profissionais escaladas pela Comissão de Arbitragem da CBF é maior do que para a partida entre Internacional e Atlético de Goiás, pelo Brasileirão Betano, em que dez mulheres estiveram presentes. Também foi a primeira vez que um time de arbitragem inteiramente feminino foi designado para um confronto válido pela Série A do Campeonato Brasileiro.

O palco do jogo foi o Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), onde a árbitra Edina Alves (FIFA-SP) mediou a partida. Em campo, ela estará acompanhada das assistentes Neuza Back (FIFA-SP) e Fabrini Bevilaqua Costa (FIFA-SP), além da quarta árbitra Andreza Helena de Siqueira (FIFA-MG).

No VAR, a checagem e revisão dos lances foi comandada por Charly Wendy (FIFA-SC), com assistência de Amanda Matias Masseira (SP) e Thayslane de Melo Costa (FIFA-SE) e observação de Cleidy Mary (SC).

Ana Karina Marques Valentin (PE) foi a assessora, Simone Xavier de Paulo (RJ), a inspetora, e Larissa Ramos Monteiro (RJ), a quality manager.

Primeira mulher membro da Comissão de Arbitragem da CBF e responsável pelo desenvolvimento da arbitragem feminina, Regildênia Moura comemorou a realização da partida com 11 mulheres e reforçou que a designação das profissionais é resultado do trabalho e competência delas.

“Esse jogo é motivo de muita alegria e orgulho. Nós temos muitas mulheres em condições de fazer jogos de grande expressão. Cada vez mais, elas estão se preparando e aproveitando as oportunidades que estão sendo dadas. Não posso deixar de agradecer o presidente Ednaldo, que tem reunido esforços para fortalecer a arbitragem feminina brasileira, e o Seneme pela oportunidade de desenvolvê-las”, celebrou Regildênia.

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