Apesar de vacinado com Sputnik V, presidente da Argentina testa positivo para covid-19

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Alberto Fernandez está com sintomas leves da doença

Apesar de já ter se vacinado com a Sputnik V, o presidente da Argentina, Alberto Fernaddz, contraiu covid-19. Neste sábado (03), a Unidade Médica Presidencial informou que o teste de PCR  deu resultado positivo e esclareceu que “o quadro clínico” que o presidente está passando “é brando, em grande parte devido ao efeito protetor da vacina recebida”.

Conforme o laudo médico,  o presidente “está estável, assintomático, com parâmetros dentro da normalidade” . Fernández disse que se sente “bem”  e explicou que, após uma revisão efectuada neste sábado, não tinha detectado “quaisquer sintomas preocupantes” após a qual afirmou que, segundo os médicos, a vacina que possuía gerou “uma quantidade significativa de anticorpos”.

Fernández está sob acompanhamento médico permanente, de acordo com os comportamentos infecciosos acordados com especialistas no assunto.

Tanto a evolução clínica do paciente quanto as alternativas terapêuticas que estão sendo tomadas, serão informadas oportunamente. Na sexta-feira (02), Fernández passou por um teste de determinação de antígeno para Covid-19 após apresentar febre de 37,3 graus e dor de cabeça, e o resultado foi positivo.

“Diante dessa situação, foram tomadas medidas obrigatórias de isolamento do presidente e de todos os seus contatos próximos nas 48 horas anteriores ao início dos sintomas, além de um swab de PCR para confirmar ou descartar a doença”, indica a parte oficial assinada pelo médico Federico Saavedra.

Vacina – O presidente argentino afirmou que “não tinha ideia” de como poderia ter sido infectado, pois se define como “alguém que se cuida muito”. Ele insiste que está “bem” e que não apresenta “sintomas preocupantes”.

“Me sinto bem, o médico acabou de sair, me examinou de forma abrangente, examinou meus pulmões, saturação de oxigênio, não tenho nenhum sintoma preocupante”, explicou ele na entrevista.

Questionado sobre a eficácia do Sputnik V, Fernández destacou: “O que meus médicos me dizem é que, obviamente, a vacina gerou uma quantidade significativa de anticorpos, de modo que neste momento não estou passando da mesma forma que uma pessoa de 62 anos que está infectada e nos primeiros dias expressa sua doença”.

(Com informações da Télam, agência oficial da Argentina)

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação