Argentina comemora “maracanazo” na conquista da Copa América com vitória sobre o Brasil

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Di Maria foi o autor do gol que definiu a partida 

Após 28 anos sem conquistar títulos, a Argentina venceu o Brasil, na noite destd sábado (10) e ficou com k título de campeã da Copa América. Angel Di María marcou o gol da partida, numa jogada que Giovani Lo Celso.

A Argentina abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo.

A Argentina não só saiu na frente no resultado, mas também quebrou uma seqüência de 16 anos nas definições do torneio, já que o último gol que marcou foi na Copa das Confederações de 2005.

Conquista – Depois de seis derrotas consecutivas nas finais (quatro na Copa América, uma na Copa do Mundo de 2014 no Brasil no mesmo palco esta noite e outra na Copa das Confederações), a Argentina tirou o peso das costas assim também como Lionel Messi. O craque de Rosário liquidou a dívida mais pesada reivindicada.

A coroa também é a primeira a ser conquistada pela seleção após a morte do maior símbolo de sua história, Diego Armando Maradona, ocorrida no dia 25 de novembro do ano passado.

No lendário Maracanã, no Rio de Janeiro, estiveram cerca de quatro mil convidados especiais, única partida do torneio que teve público no contexto da pandemia do coronavírus.

O respeito mútuo dominou o início da partida: não foi apenas o confronto das duas equipes mais fortes do continente, mas também o duelo de indivíduos que se conhecem bem. Ele também dominou a perna forte, ao estilo dos velhos clássicos, a tal ponto que, quando se passaram apenas dois minutos, o primeiro advertência, Fred, chegou por falta sobre Gonzalo Montiel.

Nesse contexto, com as duas equipes preocupadas antes em interromper o circuito criativo do adversário ao invés de gerar no gol rival, o Brasil estava um pouco mais arrumado e também um pouco mais incisivo, principalmente pela parceria entre Neymar e Richarlison.

Duas tentativas foram feitas pela estrela do PSG e pelo atacante do Everton, ambos frustrados com a intervenção dos zagueiros argentinos.

A Argentina foi mais eficiente no atendimento do que qualquer outra virtude quando aproveitou: aos 21 minutos De Paul deu um grande arremesso de seu próprio campo para Di María, que aproveitou o erro de Renan Lodi (ele “estragou” na folga) , entrou na área e definiu o buraco antes da saída de Ederson.

Ele não mudou a partida após a abertura do resultado. O mau estado do campo e a pressão exercida por ambos no meio-campo tornaram tudo estagnado, mesmo, pouco claro. A Argentina voltou com Di María, meia hora depois, com um chute que ricocheteou em Thiago Silva; e o Brasil não aproveitou as muitas imprecisões que os homens de Scaloni mostraram na largada, embora sempre mantivessem a concentração e a ordem.

O Brasil saiu com tudo na complementação e esteve duas vezes à beira do empate, ambos com Richarlison, que se atirou no setor certo do ataque e aproveitou: o primeiro terminou em gol anulado por impedimento e o outro foi aproveitado de Emiliano Martínez.

Para resolver o sofrimento de Marcos Acuña, Scaloni decidiu entrar Tagliafico por Lo Celso pouco depois de um quarto de hora. A mudança aprofundou a ideia sugerida, minutos antes, com a entrada de Guido Rodríguez por Paredes.

O jogo então entrou no clima que a Argentina buscava. O Brasil, após essas aproximações, não conseguiu impor o seu futebol e a equipa de Scaloni, destacando-se o esforço de cada um dos jogadores para morder, cortar, correr, acabou por tentar com algum contra-ataque e trabalhou no relógio.

A Argentina sofreu os últimos ataques do Brasil e com o último apito de Ostojich, após Messi perder a oportunidade ideal de baixar a cortina do placar, a emoção albiceleste explodiu, a angústia acumulada de tantas frustrações, o largo sorriso no próprio rosto Messi com a Taça lá em cima. Finalmente, Messi e a Copa. Finalmente.

(Com informações da Télam)

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação