Dirigentes da Fiema são homenageados como Amigos da Arquitetura

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Celso Gonçalo e João Neto Franco receberam Prêmio Amigos da Arquitetura, uma iniciativa do CAU

CONVERSA FRANCA

Homenagem a Baldez e João Neto

O presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez, foi reconhecido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Maranhão (CAU-MA) com o “Prêmio Amigos da Arquitetura”, concedido a ele pelas contribuições à Arquitetura do Maranhão.

A homenagem foi recebida pelo vice-presidente executivo da entidade, Celso Gonçalo, durante o evento de posse dos novos conselheiros do CAU-MA para o triênio 2024-2026, realizado na noite de segunda-feira, 11, em São Luís.

FIEMA é homenageada em evento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Maranhão –

Também recebeu o Prêmio, o diretor da Fiema e diretor-técnico da empresa Franco Engenharia, instalada no Sul do Estado, João Neto Franco.

Estiveram presentes ao evento, dentre outros, o 2º Tesoureiro da Federação, João Batista Rodrigues; o 1º Secretário, Pedro Robson Holanda; o presidente do CAU-MA, Hermes da Fonseca Neto; o presidente eleito do CREA-MA, Wesley Assis; o vice-presidente de Obras Públicas do Sinduscon-MA, Cleudson Campos de Anchieta.

Pedro Robson Holanda, João Neto Franco – e filhos, Celso Gonçalo e João Batista Rodrigues, da diretoria da FIEMA, no evento de posse dos conselheiros do CAU, com home

A solenidade ocorreu no Dia do Engenheiro (11/12) e na semana em que se comemora o Dia do Arquiteto (15 de dezembro).

Inadimplência de empresas

Em outubro, 112.367 empresas  do Maranhão fecharam o mês com as contas no vermelho, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian.

Na região Nordeste, o número chegou 1.119.586, sendo que a unidade federativa com maior número de companhias com as contas em atraso foi a Bahia, com um total de 328.455, enquanto o de menor registro foi Piauí, com 43.433. No cenário nacional, foram contabilizados 6,6 milhões de CNPJs no vermelho, totalizando R$ 125,8 bilhões em dívidas.

PENSANDO BEM…

Numa de suas teorias levantadas em sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal de Pernambuco, Flávio Dino critica o modelo de escolha dos ministros da Suprema Corte adotado no Brasil. Como nesta quarta-feira (13), ele, indicado pelo presidente Lula, foi aprovado no Senado para ministro do STF, é possível que esta peça não deva mais servir de referência a futuros advogados, por uma questão óbvia.

Criminalização dos políticos

Ao discursar na sessão da CCJ do Senado em que Paulo Gonet e Flávio Dino foram sabatinados em suas indicações para Procuradoria da República e Supremo Tribunal Federal, respectivamente, o senador Weverton Rocha disse que políticos são os primeiros a criminalizar políticos, e lembrou a lei aprovada no Congresso que admite a possibilidade de uma pessoa recém saída de um cargo eletivo ser ministro de Minas e Energia, mas não presidente da Petrobras; ser ministro da Economia, mas não presidente de banco público.

Vendas de consorcio

A procura por consórcios registrou crescimento no Maranhão em 2023. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o estado registrou um crescimento de 14,8% na venda de cotas no primeiro semestre de 2023, em relação ao mesmo período do ano passado.

Foram comercializadas 70.415 cotas no estado no período, o que representa 3,5% da quantidade de cotas vendidas no Brasil. 

O presidente da Federação do Comércio, Maurício Feijó (D), e o diretor regional do Senac, com os palestrantes do Seminário de Educação Profissional, que teve como tema Inteligência Artificial e Perfis Profissionais, Gian Giardeli (E) e Priscila Silveira

Desoneração da folha

Eis aqui um bom indicador sobre o que representa a desoneração da folha de pagamento, criada no primeiro governo da ex-presidente Dilma e que teve sua continuidade vetada pelo presidente Lula.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o custo da construção civil do Maranhao, em novembro, foi de 1.648,16 nas obras executadas por empresas que gozam do benefícios da desoneração, enquanto na outras, esse valor salta para R$ 1.747,35, ou seja, sem ela a sociedade pagaria a conta.

PERGUNTAR NÃO OFENDE

O que Flávio Dino teria perguntado para Sergio Moro que provocou tantos risos em ambos quando se abraçaram na sabatina desta quarta-feira, no Senado?

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