Baldez toma posse na diretoria da CNI, presidida por Robson Andrade

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O empresário Edilson Baldez, presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), foi um dos empossados nesta terça-feira (30), em Brasília (DF), na solenidade de recondução de Robson Braga de Andrade ao comando da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Andrade foi reeleito por unanimidade pelo Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados de federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, para comandar a CNI no período de 2018 a 2022.

A diretoria empossada é composta por cinco vice-presidentes executivos, representando cada uma das regiões do país. São eles:

  • Paulo Skaf (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP)
  • Antônio Carlos da Silva (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas FIEAM)
  • Francisco de Assis Gadelha (Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – FIEP)
  • Paulo Afonso Pereira (Federação das Indústrias do Estado de Goiás – FIEG)
  • Glauco José Côrte (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC)

Robson Braga ressaltou que tratará com prioridade, durante o novo mandato, temas estruturais para o país, como a reforma da Previdência Social e a redução da burocracia. Ele destacou que o próximo governo precisará adotar medidas reestruturantes para o país voltar a crescer e a gerar empresas. “As reformas econômicas e institucionais são imprescindíveis para alcançarmos novos patamares de competitividade e de produtividade”, afirmou.

Nos últimos quatro anos, Robson Andrade conduziu a CNI em uma atuação destacada pela agenda de reformas estruturais, imprescindíveis para o Brasil superar gargalos históricos e retomar o caminho da competitividade. Entre as medidas em que a entidade teve participação relevante estão às aprovações da lei da terceirização e da modernização das leis do trabalho, ambas em 2017.

Sob o comando de Andrade, a CNI também encampou junto ao governo e ao Congresso Nacional mudanças decisivas na área de infraestrutura, como nas concessões e privatizações de ativos nos setores de transporte e energia. Apoiou ainda a alteração legislativa que retirou a obrigatoriedade da Petrobras de ser operadora única dos campos de petróleo e gás do pré-sal, medida destravou investimentos internacionais nos setor.

Diretoria e Conselho Fiscal da CNI 2018-2022

 

 

  • Presidente
  • Robson Braga de Andrade

Vice-presidentes executivos

Paulo Antonio Skaf
Antonio Carlos da Silva
Francisco de Assis Benevides Gadelha
Paulo Afonso Ferreira
Glauco José Côrte

Vice-presidentes

Sergio Marcolino Longen
Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira
Antonio Ricardo Alvarez Alban
Gilberto Porcello Petry
Olavo Machado Júnior
Jandir José Milan
Eduardo Prado de Oliveira
José Conrado Azevedo Santos
Jorge Alberto Vieira Studart Gomes
Edson Luiz Campagnolo
Leonardo Souza Rogerio de Castro
Edilson Baldez das Neves

1º Diretor Financeiro

  • Jorge Wicks Côrte Real

2º Diretor Financeiro

  • José Carlos Lyra de Andrade

3º Diretor Financeiro

  • Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan

1º Diretor Secretário

  • Amaro Sales de Araújo

2º Diretor Secretário

  • Antonio José de Moraes Souza Filho

3º Diretor Secretário

  • Marcelo Thomé da Silva de Almeida

Diretores

Roberto Magno Martins Pires
Ricardo Essinger
Marcos Guerra
Carlos Mariani Bittencourt
Pedro Alves de Oliveira
Rivaldo Fernandes Neves
José Adriano Ribeiro da Silva
Jamal Jorge Bittar
Roberto Cavalcanti Ribeiro
Gustavo Pinto Coelho de Oliveira
Julio Augusto Miranda Filho
José Henrique Nunes Barreto
Nelson Azevedo dos Santos
Flávio José Cavalcanti de Azevedo
Fernando Cirino Gurgel

CONSELHO FISCAL

Titulares

João Oliveira de Albuquerque
José da Silva Nogueira Filho
Irineu Milanesi

Suplentes

Clerlânio Fernandes de Holanda
Francisco de Sales Alencar
Célio Batista Alves

 

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação