Empresário de Imperatriz diz que “remédio amargo” do governo foi necessário

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Em carta endereçada ao governador Flávio Dino (PCdoB), que teve o secretário Simplício Araújo (Indústria e Comércio) como portador, o presidente do Sindicatos dos Atacadistas da Região Sul do Maranhão, Eraldo Moura (foto), diz que o Governo do Estado contemplou todos os setores com suas medidas e que não houve privilégios para nenhuma empresa.Ele diz que no começo a atual administração veio com um remédio amargo, que “tomado por todos”.

Eraldo destaca os avanços gerados desde 2015, quando o Governo do Maranhão começou a investir um montante de aproximadamente R$ 2,6 bilhões em obras e serviços no estado. Segundo ele, as medidas iniciais desta gestão vieram como um “remédio amargo, porém, hoje sabemos que ele era necessário. O que nos deixa contentes é saber que a dose foi tomada por todos, não teve nenhum setor privilegiando, todos foram tratados iguais”, destaca Eraldo em nota.

“Posso até dizer que se teve alguém com algum privilégio este setor foi os atacadistas, nunca fomos tão respeitados, tão bem tratados pelos secretários envolvidos com o setor, como no governo Flávio Dino”, afirma o presidente.

“Nós reconhecemos os avanços em todos os setores económicos e quero aqui expressar a minha mais sincera gratidão por tudo que vocês têm feito pelo nosso Estado e por nosso setor, contém conosco”, finaliza Eraldo Moura.

Incentivos – Para o secretário Simplício Araújo, os constantes diálogos com os empresários estão contribuindo para o crescimento do Maranhão, já que os programas de incentivos do Governo estão fazendo do Estado um ambiente mais empreendedor.

“A substituição das importações e o incentivo da produção local é um grande passo para mudar a realidade. O empreendedor hoje encontra um estado transparente que, por meio de programas de incentivos, faz do Maranhão um ambiente empreendedor e que supra com produtos próprios a demanda local e de outras regiões”, disse Araújo.

Alta do PIB – Com os investimentos realizados pelo Governo do Estado, o Maranhão tem apresentado um cenário mais positivo em relação à economia apesar da crise existente. Exemplo disso é que o Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão cresceu quase dez vezes mais do que o resto do país em 2017. Os dados são do relatório feito pelo Itaú Unibanco publicado pelo jornal Folha de São Paulo e apontam que enquanto o Maranhão cresceu 9,7% em 2017, o resto do país teve média 1%.

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação