Ministro da Saúde abre em São Luís campanha de Multivacinação

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Campanha realizada em nível nacional tem como público alvo pessoas com menos de 15 anos 

 

Em um evento realizado no Parque Bom Menino, ao lado do prefeito Eduardo Braide (Podemos), lembrou que desde que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) teve início, no governo Médici, os brasileiros têm a tradição de ir aos postos de vacinação para se proteger contra doenças.

“Isso só é possível porque profissionais qualificados da saúde trabalham nas salas de vacinação no Brasil. Muito obrigado! Nós temos que ampliar a cobertura vacinal em relação a doenças que acometem nossas crianças. Temos um cardápio muito grande de vacinas e todas elas são distribuídas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro” disse o ministro.

O secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Arnaldo Medeiros, reforçou que a campanha de multivacinação reflete a grande capilaridade do PNI e do esforço conjunto do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Hoje no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, todas as Unidades Básicas de Saúde estão envolvidas em vacinar a nossa população-alvo para garantir cada vez mais a erradicação e o controle de determinadas doenças”, disse.

São mais de 45 mil salas de imunização em todo o país destinadas para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos (14 anos 11 meses e 29 dias). Ao todo, são 18 imunizantes disponíveis no calendário nacional de vacinação. A estratégia da campanha incentiva a imunização e evita que os pais retornem mais de uma vez ao posto para vacinar suas crianças e adolescentes.

No dia anterior, quando estava voltando para casa, Claudia Nunes viu os banners do evento e decidiu trazer seu filho, Richardson Maranhão, para conferir se a caderneta de vacinação estava atualizada. “Ele tomou HPV, gripe e febre amarela. Para mim, o Ministério promover um ato assim é de grande relevância porque meu dia-a-dia é corrido e eu ainda não tinha tido tempo para atualizar a carteira dele. Até agora ele ainda não tinha tomado essa vacina do HPV, que eu acho bem importante para o adolescente. Para mim, vacinar é um ato de amor”, afirmou.

Assim como Claudia, Cleane Menezes, que mora perto do parque Bom Menino, local do evento, viu a mobilização e trouxe seu filho Gabriel Mendes para saber se estava tudo em dia.

“Eu tenho sempre o cuidado de levá-lo na pediatra e no posto de saúde para para dar uma olhada. Eu vim só por precaução mesmo. Eventos assim são maravilhosos porque animam as pessoas a cuidar da saúde”, disse.

Pátria vacinada – Por ser um desafio e uma questão de saúde pública, o Ministério da Saúde possibilita o acesso às vacinas contempladas no Calendário Nacional de Vacinação, ajudando a diminuir a incidência das doenças imunopreveníveis no país. A multivacinação tem a finalidade de atualizar a situação vacinal de menores de 15 anos de idade uma vez que doenças como a meningite e a caxumba afetam, principalmente, a saúde deste público.

No mutirão, que acontece em todo o país, são adotadas todas as medidas rígidas de proteção para diminuir o risco de contágio da Covid-19 tanto entre os trabalhadores da saúde quanto na população. O Ministério da Saúde orienta observar o distanciamento social nos pontos de vacinação, bem como garantir a disponibilidade de local para higienização das mãos.

É importante que a população tenha disponível água e sabão ou álcool em gel 70%. O uso de máscara também é recomendado para todos que ingressarem nos pontos de vacinação.

Mais proteção para todos – É fundamental que a população-alvo compareça aos serviços de saúde, levando o cartão ou caderneta de vacinação, para que os profissionais possam avaliar se há alguma vacina que ainda não foi administrada, ou se há doses que necessitam ser aplicadas, para completar o esquema vacinal preconizado no calendário.

Todos os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, que efetuam a atividade de vacinação durante a campanha deverão realizar o registro dos vacinados no sistema de informação definido pelo Ministério. Isso deverá garantir a identificação do cidadão vacinado pelo número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cartão Nacional de Saúde (CNS), para possibilitar a identificação, o acompanhamento das pessoas vacinadas e evitar a duplicidade de vacinação.

O registro deverá garantir também a identificação da vacina, do lote, do fabricante e da dose aplicada. O objetivo é possibilitar a disponibilização, na Caderneta Eletrônica de Vacinação, a emissão do Certificado Nacional de Vacinação para o cidadão, e o rastreamento do lote caso necessário.

(Com informações do Ministério da Saúde)

 

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação