Empresário acusado de agredir Luiza Brunet volta a ser julgado

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O empresário Lírio Parisotto, acusado pela prática de lesão corporal contra sua ex-mulher, a modelo e ex-atriz Luiza Brunet, volta a ser julgado nesta segunda-feira (13), a partir das 14h30, em segunda audiência, na Vara Central da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, do Tribunal de Justiça de São Paulo, no Fórum da Barra Funda.

Segundo relato de Luiza Brunet, ela sofreu agressões de seu então namorado, Lírio Parisotto, no apartamento dele, em Nova York. Ela fez uma representação em 23 de junho do ano passado ao Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica, do Ministério Público do Estado de São Paulo.

Na época, o promotor Carlos Bruno Gaya da Costa requisitou a realização de exames de corpo de delito e instaurou um procedimento investigatório criminal. A Justiça deferiu o pedido do Ministério Público e decretou medidas protetivas, pelas quais o empresário ficou proibido de se aproximar da atriz e de manter contato com ela por qualquer meio. O processo corre sob sigilo.

Também naquele período, Parisotto se defendeu, por meio de nota e em seu perfil em rede social, segundo publicado na imprensa, negando as acusações e dizendo lamentar o ocorrido.

Denúncia – Em julho do ano passado, a Vara Central da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, do Tribunal de Justiça de São Paulo, aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público do estado (MPSP) contra o empresário Lírio Parisotto pela prática de lesão corporal e lesão corporal grave contra sua ex-mulher Luiza Brunet. O processo corre em segredo de justiça.

A ex-modelo e atriz Luiza Brunet relatou ter sofrido agressões de seu então namorado, Lírio Parisotto, no apartamento dele, em Nova York. Ela fez uma representação, no dia 23 de junho, ao Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica, do MPSP.

Segundo nota divulgada pelo MP, por conta disso, o promotor Carlos Bruno Gaya da Costa requisitou a realização de exames de corpo de delito e instaurou um procedimento investigatório criminal. A Justiça deferiu o pedido do MP e decretou medidas protetivas, pelas quais o empresário fica proibido de se aproximar da atriz e de manter contato com ela por qualquer meio.

Parisotto se defendeu, na época, por meio de nota e em seu perfil em rede social, segundo publicado na imprensa, negando as acusações e dizendo lamentar o ocorrido.

(Agência Brasil)

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação