Felipão e Dorival Júnior revelam suas estratégias para a conquista da Libertadores neste sábado

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Treinadores evitam falar em vantagem no duelo rubro-negro

O técnico do Flamengo, Dorival Júnior, afirmou que chega à grande final da Copa Libertadores, a partir das 17h (horário de Brasília) do próximo sábado (29) no estádio Monumental de Guayaquil (Equador), com máximo respeito e carinho pelo comandante do Athletico-PR, Luiz Felipe Scolari.

“Tenho carinho especial pelo técnico deles [Felipão]. Foi meu treinador e tenho ele como exemplo. Considero o Felipão como um dos profissionais mais vitoriosos do mundo. Merece todo o respeito”, declarou o comandante do Rubro-Negro em coletiva nesta sexta-feira (28).

Na entrevista, Dorival também falou da importância da partida decisiva contra o Furacão: “Acredito que é um momento importante para todos nós. É a terceira final do Flamengo [na Libertadores] nos últimos anos. Isso não acontece por acaso. Fico feliz de participar de um momento como esse”.

Porém, para alcançar esta vitória, o técnico da equipe da Gávea admitiu que terá que lidar com uma ansiedade que toma conta de todos os participantes de uma decisão de Libertadores: “[Estou com uma] ansiedade natural diante da importância de uma decisão como essa. […]. Sinto que é um momento diferente, e vou tentar vivê-lo com toda a intensidade possível, fazendo o melhor”.

Felipão – Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (28) ao lado do zagueiro Thiago Heleno, o técnico do Athletico-PR, Luiz Felipe Scolari, rechaçou qualquer favoritismo do Flamengo na decisão da Copa Libertadores, que será disputada a partir das 17h (horário de Brasília) do próximo sábado (29) no estádio Monumental de Guayaquil (Equador).Segundo o técnico, tanto a equipe da Gávea como a da Arena da Baixada reúnem condições de conquistarem o título: “Favoritismo? É 50% contra 50%. São dois finalistas e quem jogar melhor pode vencer. Não achem que a equipe que chega à final é tão ruim quanto a melhor de todas. Quem está aqui é porque tem condições”.

Na opinião de Felipão, o fato de a decisão ser em jogo único iguala as condições dos dois finalistas: “Nesses jogos [em partida única], equipes de qualidade podem ter uma situação que não é adequada […]. É tudo diferente das situações anteriores e podemos nos transformar em uma equipe vencedora. Sabemos que temos que fazer coisas diferentes em alguns sentidos, mas é um jogo único e pretendemos não cometer erros que cometemos em outras competições”.

(Agência Brasil)

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