Governo do Estado inaugura no Itaqui-Bacanga a nona unidade do Iema

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O governador Flávio Dino entregou nesta quarta-feira (07), a nona unidade do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema). Localizada na área Itaqui-Bacanga, em São Luís, o estabelecimento de ensino tem capacidade para receber até 300 alunos, oferecendo ensino integral e de qualidade.

O novo Iema é resultado de uma parceria do Governo do Estado com a empresa Vale, que cedeu à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão (Secti) o imóvel, onde até dezembro de 2017 funcionou uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), órgão vinculado ao Sistema Federação das Indústrias (Fiema).

Para abrir a nova unidade foi feito um investimento de R$ 1 milhão, para ampliação e reforma, com mais de R$ 270 mil de investimentos em laboratórios de física, química, biologia, matemática e informática.

Com o funcionamento da nova unidade plena, a área Itaqui-Bacanga ganhou mais 300 vagas para estudantes que desejam obter uma formação técnica, e, ao mesmo tempo, cursar o ensino médio. São jovens como Laissa Souza, de 14 anos.

A Unidade Itaqui-Bacanga conta com salas de aula amplas e refrigeradas, auditório e banheiros adaptados para receber alunos com deficiência. Recebeu adequação no refeitório, urbanização da área e instalação de laboratórios para os cursos de eletrotécnico, eletromecânica, informática para internet e portos.

Inovação – Com a instalação da nova unidade, o Governo continua com os investimentos para a formação e profissionalização da juventude, sem deixar de auxiliar as famílias da região com oportunidades de emprego e renda, com a formação de mão de obra qualificada para o setor industrial, tendo em vista empresas como a Vale e a influência do Porto do Itaqui.

Para o reitor do Iema, Jhonatan Almada, a inauguração é motivo de comemoração. “Aqui nós temos quatro cursos técnicos em tempo integral, no período diurno, que sãos os cursos de informática para internet, eletromecânica, eletroeletrônica e portos. Além desses cursos, nós temos no período noturno, os cursos de segurança do trabalho e o de vulcanização, o primeiro do Brasil”, conta o Reitor.

Parceria – Para os cursos de vulcanização e de Portos, o Iema conta com a parceria da Vale e da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que segundo o Almada, “trazem para os nossos alunos muito mais chances no mercado de trabalho após a conclusão dos cursos”, finaliza Almada.

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Aquiles Emir
Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

1 COMENTÁRIO

  1. O PROBLEMA É A INGERÊNCIA POLÍTICA NO IEMA como mais um órgão da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI que muito antes se chamava Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia – SECTEC onde jamais esquecemos que a SECTEC era parte das atribuições da Secretaria de Estado do Planejamento e posteriormente extinta ficando sob a responsabilidade da Gerência de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, esta última como já tinha outras funções, foi necessário criar a Subgerência de Ciência e Tecnologia substituindo assim a antiga SECTEC com algumas mudanças por via de pleito da comunidade acadêmica com a criação da GECTEC – Gerência de Estado da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Desenvolvimento Tecnológico que permitiu a restituição da FAPEMA inovando o modelo de gestão pública pedagógica com esforço ao estudo que se relaciona com a juventude e outro público alvo no seu desenvolvimento por meio do Sistema Estadual de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico – SEDCT. Neste corpo de responsabilidade pelo conhecimento, tinha a UNIVIMA – Universidade Virtual do Maranhão como órgão vinculado à GECTEC, ao exemplo da atualidade que faz-se referência à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI que por meio dela, temos o IEMA que não é diferente do anterior quando era a SECTEC e posteriormente GECTEC que já tinha o Centro de Capacitação Tecnológica do Maranhão – CETECMA, Estaleiro Escola e assim como a UNIVIMA. Já neste modelo atual, a SECTI que entende como inovação por espaço a juventude, criou o IEMA que claro não deixa de ser um modelo de gestão pedagógica. Aqui repito, o problema é a ingerência política onde lamentavelmente isso vem ocorrendo no governo Flavio Dino desde quando criou o IEMA. Lamento, pois enquanto tivermos ingerência política, a juventude e outro público alvo serão sempre prejudicados não só na sua formação como nos seus espaços no mercado de trabalho. Além dessa situação, o que não ficou fácil para região Itaqui-Bacanga, foi ter perdido o seu Centro de Qualificação Profissional que também tinha além dos cursos profissionalizantes, tinha seus cursos técnicos com vários alunos da própria região que lá já estudavam. Bravos e bravas, se o governador Flavio Dino tivesse uma visão voltada de fato para juventude, ele teria tomado duas decisões para implantar o IEMA na área Itaqui-Bacanga, a primeira era ter chamado o Edvaldo Holanda Jr para uma parceria estado e município no sentido da construção do prédio com estrutura moderna com espaço físico suficiente que contemplasse além do IEMA, a Creche e a Vila Olímpica, projetos tão sonhados pela comunidade no terreno da antiga EIT até mesmo pelo fato de ter recursos alocados da união com projetos arquitetônicos elaborados e aprovados, e em seguida, articularia com a FIEMA – Federação das Indústrias do Estado do Maranhão e a VALE para que o Centro de Qualificação Profissional CEPIB/SENAI voltasse a funcionar na região, isso sim, seria uma visão de um gestor público voltado há vários públicos alvo, principalmente a juventude, ao invés de ter apenas pintado um prédio que já era nosso da comunidade com as cores do PC do B tendo pouco custo para implantar apenas mais um órgão de uma secretaria que já tem marca há muito tempo em vários governos como busca de soluções para formação do cidadão como iniciativa de espaço no mercado de trabalho definindo sua estabilidade. Era isso que ele deveria ter feito ao invés de implantar um órgão com ingerência política de seu governo para fazer mídia e confundir a população. Sou a favor do IEMA, mas desde que este fosse dentro dessas iniciativas aqui expostas como crítica construtiva.

    No mais, abraços bravos e bravas, que todos ficamos atentos para que não perdemos o nosso outro prédio que serve como campo improvisado do IFMA. Assim é fácil, lamento a falta de visão de mundo de um gestor público.

    SEBASTIÃO SANTOS.

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