Índice de Confiança da Construção atinge o seu maior patamar desde 2014

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Setor de Construção Civil foi o que mais admitiu no Maranhão no mês de setembro, segundo dados do Caged

O Índice de Confiança da Construção (ICST), calculado pela Fundação Getulio Vargas, (FGV) subiu 0,8 ponto em dezembro, na comparação com novembro e alcançou 85,5 pontos. É o maior nível desde dezembro de 2014, quando chegou a 88,8 pontos.

Segundo a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, os empresários perceberam melhora no ambiente de negócios da construção ao longo de 2018, “mas isso não vai se traduzir em um resultado positivo para o PIB do setor”.

O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, subiu 0,6 ponto de novembro para dezembro e chegou a 74,7 pontos, o maior nível desde abril de 2015 (75,5 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade do setor avançou 1,9 ponto percentual, para 66,6%. As expectativas de recuperação da demanda do setor estão se refletindo positivamente nas intenções de contratação.

A proporção de empresas que relatam redução no quadro de pessoal para os próximos meses caiu de 26,2% em dezembro de 2017, para 20,5% em dezembro de 2018. A parcela de pessoas que reportaram aumento subiu de 13,9% para 19,5%.

Confiança – Na sexta-feira (21), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou o seu Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (ICEI-Construção), que atingiu a marca de 62,3 pontos em dezembro e ficou 9,3 pontos acima da média histórica de 53 pontos. O indicador varia de zero a cem pontos. Quando está acima dos 50 pontos mostra que os empresários estão otimistas.

“A confiança cresce porque os empresários acreditam na aprovação de reformas estruturais que vão estimular a atividade econômica, mas o otimismo contrasta com os indicadores de produção, que permanecem em níveis baixos”, avalia a economista da CNI Dea Fioravante.

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação