Instituto Amazônia+21 lançado pela Fiema e pela CNI estimula desenvolvimento sustentável

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Ação contou com representantes de diversos setores 

Foi lançado, quinta-feira (14), em São Luís, pela  Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), o Instituto Amazônia+21, que contempla uma pauta de negócios voltada para o desenvolvimento sustentável do Brasil e da indústria verde brasileira. A solenidade foi comandada pelo presidente da Fiema, Edilson Baldez, e contou com as presenças, dentre outras lideranças, do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) e do Instituto Amazônia +21, Marcelo Thomé.

“Empresas do mundo todo procuram negócios sustentáveis e as maiores e melhores oportunidades estão aqui na região amazônica, por isso precisamos tomar a iniciativa, oferecer possibilidades e buscar conectar investidores com empresas locais e empreendimentos sustentáveis já instalados na Amazônia para realizar o nosso enorme potencial social, ambiental e econômico”, afirma Thomé.

Pesquisa, desenvolvimento e inovação na Amazônia são outros compromissos do Instituto Amazônia+21, e estes permitirão um novo ciclo econômico de capacitação de pessoas, melhorando o nível de competência profissional da população amazônica com foco na retenção desses talentos nas suas localidades.

Segundo Thomé, o projeto vai permitir um novo ciclo econômico de capacitação de pessoas e melhorar o nível de competência profissional da população amazônica com foco na retenção desses talentos nas suas localidades.

Serão contempladas as comunidades locais e populações tradicionais da Amazônia, que é um dos objetivos que tem a participação dos nove estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão.

Atração – A atração de grandes empresas para investir e fazer parcerias com negócios sustentáveis na Amazônia Legal motivou a criação do Instituto Amazônia+21 pelas Federações das Indústrias nos estados da Amazônia Legal, com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI).   

A demanda nacional e internacional por esse tipo de iniciativa foi mapeada no Fórum Mundial Amazônia+21, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) em novembro do ano passado.

O mapeamento de soluções, oportunidades e perspectivas relacionadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia foi uma das principais diretrizes do Instituto Amazônia +21, que tem na pauta temas como tecnologia e inovação, bioeconomia, indústria verde e mercado de carbono como possibilidades estratégicas para o desenvolvimento socioeconômico de dos estados da Amazônia Legal.

“O Instituto vai auxiliar as empresas e cadeias produtivas que estão nesta agenda de sustentabilidade. Os mercados que pagam mais pelos nossos produtos exigem a produção e a comprovação de técnicas sustentáveis nos processos. Nessa reunião de trabalho agradeço a todos que atenderam o nosso chamado e ressalto que esse momento é importante para todos nós por promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia e sua população. O Instituto foi criado para conectar grandes empresas com o empreendedor local, além de articular projetos de inovação na Amazônia. O Instituto vem exatamente impulsionar esse tom diferenciado. Um organismo nacional que foi criado, instalado e patrocinado por grandes empresas e empresários do país inteiro. E o Maranhão como faz parte da Amazônia Legal também vai colaborar e participar desse projeto já que temos a consciência que esse desenvolvimento deve ser sustentável”, destaca o presidente da FIEMA, Edilson Baldez.

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação