Bolsonaro reúne-se com apoiadores em Brasília e diz que as forças armadas estão ao seu lado

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O presidente Jair Bolsonaro voltou a criar polêmica neste domingo (03), ao afirmar que vai decidir nesta segunda-feira (04)  quem será o novo diretor-geral da Polícia Federal. A declaração no Palácio do Planalto, onde ele se encontrou apoiadores, e mandou um recado ameaçador ao dizer que fará cumprir a Constituição e que “as forças armadas estão do nosso lado”.

Bolsonaro chegou a dizer que “chegamos ao limite”, ao se referir à interferência de outros poderes no Executivo. Segundo ele, a Constituição tem mão dupla.

Impedido por decisão do Supremo Tribunal Federal a ocupar o cargo, o delegado federal Alexandre Ramagem tem se mostrado irritado com toda situação, nos bastidores, por perder a nomeação. Ele mesmo sugeriu alguns nomes a Bolsonaro. Seria uma espécie de padrinho do novo diretor, que poderia assumir em um mandato tampão até o impeditivo a Ramagem na justiça cair. Entre as sugestões, está o delegado Rolando Alexandre, que atualmente trabalha junto com Ramagem na Agência Brasileira  Brasileira de Inteligência (Abin)

Rolando é de uma geração jovem e isso incomoda delegados mais antigos que estavam esperando promoções. “Um colega dinâmico, inteligente, trabalhador. Agora, não sei avaliar se ele está preparado para ocupar a direção geral em um momento como este”, afirmou outro delegado da PF que acompanha a escolha com expectativa.

O páreo está entre Rolando Alexandre e Paulo Gustavo Maiurino, delegado do mensalão tucano, com experiência na

Interpol, ex-subsecretário de Segurança Pública de São Paulo, e que atualmente comanda a segurança do Supremo Tribunal Federal. Governistas avaliam que a indicação de Maiurino não enfrentaria resistências do STF, ao contrário da de Ramagem ou algum nome próximo a ele.

“Maiurino é um colega mais experiente, mais antigo na PF. Também tem experiências dentro e fora da PF”, avaliou uma fonte da polícia.

Como a CNN divulgou, o nome de Maiurino tem apoio entre militares do

Interpol, ex-subsecretário de Segurança Pública de São Paulo, e que atualmente comanda a segurança do Supremo Tribunal Federal. Governistas avaliam que a indicação de Maiurino não enfrentaria resistências do STF, ao contrário da de Ramagem ou algum nome próximo a ele.

“Maiurino é um colega mais experiente, mais antigo na PF. Também tem experiências dentro e fora da PF”, avaliou uma fonte da polícia.

Como a CNN divulgou, o nome de Maiurino tem apoio entre militares do governo.

(Com informações da CNN)

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação