Mais da metade dos empresários acredita que os consumidores gastarão mais na compra de presentes no Dia das Crianças este ano do que em 2021

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Pesquisa traz um recorte de varejo, indústria e serviços

Pesquisa realizada pela empresa de inteligência analítica Boa Vista revela que a perspectiva dos empresários sobre as compras do consumidor para o Dia das Crianças teve uma melhora em relação a mesma data comemorativa do ano passado: para 52% dos entrevistados, os gastos serão maiores em 2022 contra 32% dos que tinham esta expectativa sobre crescimento das vendas em 2021. Outros 20% acreditam que o público gastará a mesma quantia e 28%, menos. O tíquete médio de vendas neste Dia das Crianças deve alcançar R$ 188,00, contra R$ 127,00 previstos na pesquisa de 2021.

Em relação ao volume de itens vendidos no Dia das Crianças, 49% acreditam que ele superará o registrado na mesma data comemorativa de 2021. Outros 32% esperam o mesmo nível de produtos vendidos e 19% esperam resultado inferior ao do ano passado. Há expectativa de que a maior parte das vendas ocorra em lojas físicas (54%) e 46% delas pela internet. Para a maior parte das empresas (69%), as vendas do Dia das Crianças representam cerca de 10% do faturamento anual, contra 77% que estimavam este percentual em 2021.

“Essa expectativa de aumento nas vendas sucede um aumento na confiança dos empresários, tanto que a pesquisa apontou que 63% deles estão confiantes ou muito confiantes em relação a uma melhora na economia até o fim de 2022”, comenta Flávio Calife, economista responsável pela área de Indicadores e Estudos Econômicos da Boa Vista.

Fonte: Boa Vista

Eletrônicos superam brinquedos – Para os empresários, os eletrônicos encabeçam o topo de opções dos consumidores para presentear neste Dia das Crianças, com destaque para o crescimento de 5p.p. em relação ao ano anterior. Os brinquedos aparecem em segundo lugar (eram o primeiro em 2021), seguidos por itens de vestuário e calçados e telefonia.

Quanto aos meios de pagamento disponibilizados pelos empresários, a maioria (74%) já disponibiliza o PIX como forma da transação de venda. O cartão de crédito ocupa a segunda posição com 69%, seguido por cartão de débito (58%) e dinheiro (56%). O PIX parcelado aparece com 11% das menções, superando os tradicionais cheques pré-datados e carnês. A tabela abaixo contém os detalhes:

Fonte: Boa Vista

Comércio e Varejo – Este ano a pesquisa de perspectiva empresarial do Dia das Crianças realizada pela Boa Vista trouxe também um recorte sobre a visão de setores da economia (varejo, indústria e serviços). E 63% dos empresários do varejo estão confiantes com a retomada econômica ainda em 2022. Para 34% deste grupo, haverá aumento no volume de vendas neste Dia das Crianças em relação ao realizado na mesma data em 2021. Para alavancar essas transações, 26% dependerão da concessão de crédito e destes, 60% recorrerão a linhas de crédito em bancos.

Pouco mais da metade dos empresários do setor de comércio e varejo (51%) pretendem realizar novos investimentos para a próxima data comemorativa. Os representantes do setor demonstram que estão atentos às novas formas de compra dos consumidores, pois 50% afirmam que adotariam como principal ação para alavancar o faturamento na próxima data comemorativa a promoção de campanhas e vendas por meio das redes sociais e via site/web.

Entre os maiores desafios apontados pelos empresários do setor de comércio e varejo estão reduzir a inadimplência, realizar negócios on-line (via e-commerce e redes sociais), gerar novos negócios e se proteger das fraudes com 79%, 66%, 50% e 29%, respectivamente.

Metodologia – A pesquisa realizada pela Boa Vista para saber as perspectivas empresariais para o Dia das Crianças foi feita por meio de entrevistas online, em setembro de 2022. Contou com a participação de aproximadamente 500 micro, pequenas, médias e grandes empresas dos setores do comércio, indústria e serviços, de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o grau de confiança é de 90%.

Sobre a Boa Vista – A Boa Vista, empresa brasileira de inteligência analítica, foi criada em 2010 a partir do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o primeiro banco de dados do país, consolidando-se como referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócio.

É precursora do Cadastro Positivo e no propósito de incluir consumidores no mercado de crédito, apoiando-os na construção de um relacionamento sustentável com as empresas credoras, por meio da disponibilização de informações de educação financeira e serviços gratuitos em seus canais oficiais como o site Consumidor Positivo e o app Boa Vista Consumidor Positivo.

A empresa tem por princípio a segurança e a privacidade dos dados e suas soluções estão 100% em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), tendo sido reconhecida como a primeira do segmento financeiro e de gestão de bancos de dados a obter a certificação ISO 27701, norma internacional referente à segurança e privacidade da informação.

Em 2020, a Boa Vista tornou-se a primeira empresa de capital aberto em seu segmento, dando início à uma estratégia de crescimento por meio de aquisições de empresas com as mesmas características na aplicação de inteligência analítica às suas soluções, como a Acordo Certo – especialista em recuperação de crédito – e a Konduto, autoridade em antifraude para e-commerce e pagamentos digitais. Em 2021, também de forma pioneira, lançou o CEA (Centro de Excelência em Analytics), levando a empresa para a fronteira do conhecimento no desenvolvimento de algoritmos de alta performance.

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