Maranhenses pagaram de R$ 27,4 bilhões em impostos no ano de 2022, segundo Impostômetro

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Brasileiros pagaram ano passado mais de R$ 2,8 trilhões

Os maranhenses pagaram, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2022 mais de R$ 27,4 bilhões, segundo cálculo do Impostômetro, instrumento mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que mede em tempo real quanto a população destino aos cofres públicos em impostos federais, estaduais e municipais. Na comparação ao mesmo período de 2021, houve um aumento de R$ 2,8 bilhões, já que arrecadação do exercício anterior ao de 2022 foi de 24,6 bilhões.

São Luís, registrou um volume de arrecadação superior a R$ 971,9 milhões no ano passado, enquanto no exercício anterior, havia arrecadado R$ 871,7 milhões, ou seja, um aumento de R$ 100,1 milhões.

Somente nos quatro primeiros dias deste ano, a população de São Luís já pagou mais R$ 12,883 milhões em impostos, enquanto a arrecadação no estado já ultrapassou R$ 36,379 milhões, o que dá uma média de mais de R$ 9 milhões por dia.

Veja no quadro quanto foi a arrecadação da União, do estado e de São Luís em 2022:

Unidade20222021Diferença*
BrasiiR$ 2.890.489.835.290,32R$ 2.592.601.562.926,43R$ 297.888.272.364,00
MaranhãoR$ 27.439.376.426,02R$ 24.611.527.547,78R$ 2.827.848.879,00
São Luís       R$ 971.901.846,25R$ 871.739.537,28R$ 100.162.309,00

*Os centavos da diferença não estão precisos.

Brasil – De acordo com o Impostômetro, os contribuintes brasileiros pagaram em impostos, ano passado, mais de R$ 2,8 trilhões, ou seja, para ser mais preciso, R$ 2.890.489.835.290,32.

Esse é o montante arrecadado aos governos federal, estadual e municipal incluindo taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária. Em 2021, o mesmo painel registrou aproximadamente R$ 2,6 trilhões. O aumento entre um ano e outro, portanto, foi de 11,5%.

De acordo com a avaliação do economista do Instituto Gastão Vidigal da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa, o avanço em 2022 deu-se pela maior arrecadação de tributos federais, apesar das desonerações promovidas pelo governo, como foi o caso dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações.

“Adicionalmente, ainda, tivemos inflação em níveis elevados, o que encarece produtos e serviços”, pontua o especialista.

Ruiz de Gamboa defende a realização de reformas estruturais para reduzir o peso dos
impostos.

“A nossa carga tributária continua sendo elevada para os padrões de um país emergente. A reforma administrativa e a contenção dos gastos públicos são alguns dos caminhos para diminuir o peso dos impostos”, sugere o economista.

(Com informações da ACSP)

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