Ministério Público busca garantir transferência de alunos da extinta Uva

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Em reunião realizada na última quinta-feira (22), na sede das Promotorias de Justiça da Capital, foi debatida a situação dos alunos da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA) no Maranhão que ainda não foram transferidos para outras instituições de ensino superior.

A questão é objeto de um Inquérito Civil instaurado pela 1ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Educação de São Luís, que apura irregularidades no encerramento da oferta de ensino pela UVA.

Coordenada pelo promotor de justiça Paulo Silvestre Avelar Silva, titular da promotoria, a reunião contou com a participação de representantes da Universidade do Vale do Acaraú, Conselho Estadual de Educação do Maranhão, Procon-MA e Instituto de Desenvolvimento Educacional, que mantinha convênio com a UVA.

A UVA encerrou suas atividades no estado este ano. Segundo informações prestadas pelo reitor da universidade, Fabiano Cavalcante de Carvalho, do total de 753 alunos que estavam ativos, 93 matriculados nas unidades de Balsas, Cururupu e Pinheiro ainda não estão inseridos em outros centros de ensino para continuarem os estudos.

Ao final da reunião, foi definido um prazo de 60 dias para que o Conselho Estadual de Educação analise e se manifeste sobre a situação dos alunos. Nesse mesmo prazo, a Universidade do Vale do Acaraú deverá providenciar a inserção em outras instituições de ensino dos estudantes com situação pendente. A UVA ficou, ainda, de disponibilizar telefone, e-mail e indicar uma profissional para prestar atendimento aos alunos no estado.

(Imagem do G1)

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação