Para 50,6% dos brasileiros, Brasil está pior ou igual ao que era antes de Lula, segundo pesquisa MDA

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Presidente é aprovado por 55,2% e reprovado por 39,6%

Para a maioria dos brasileiros, após um ano da posse do presidente Lula, o Brasil está igual ou pior do que estava em 2022. É o que revela pesquisa do MDA, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgada nesta terça-feira (23).

A 160ª Pesquisa CNT de Opinião mostra a avaliação do primeiro ano do governo e o desempenho do presidente Lula e também a aprovação e desaprovação de medidas do governo federal, bem como as duas áreas consideradas pelos entrevistados com o melhor e o pior desempenhos.

De acordo com os números, o Brasil está melhor para 47,9%, enquanto 22% acham que está igual e para 28,6% (na soma destes dois itens, 50,6%). Não soube avaliar 1,5% dos entrevistados.

Quanto à avaliação do governo, 42,7% o consideram ótimo ou bom, enquanto 28,1% é regular e para 27,9%, ruim, e apenas 1,3% não soube opinar. E quando indagados sobre o desempenho do presidente Lula à frente do governo, 55,2% dizem que aprovam, 39,6% desaprovam e 5,2% não souberam opinar.

A avaliação do governo federal é pior do que a dos estaduais e municipais dos lugares em que moras os entrevistas (não especificados). Os estaduais são avaliados como ótimo ou bom por 45,4% e os municipais, por 45,6%.

Direita – Quando indagados sobre como se definem politicamente, 28% disseram que são de direita contra 16,8% que se acham de esquerda. Consideram-se de centro-direita, 4,2%; de centro, 9,9% e de centro-esquerda, 16,8%. Não souberam se avaliar, 36,8%.

O levantamento traz a expectativa para emprego, renda, educação, saúde e segurança; percepção sobre inteligência artificial; realização do Concurso Nacional Unificado. A pesquisa, realizada entre os dias 18 e 21 de janeiro, entrevistou 2.002 pessoas em todo Brasil.

A Pesquisa CNT de Opinião tem mais de duas décadas de existência. Nas últimas eleições, foi a que apresentou um dos maiores índices de precisão nos resultados entre os institutos que divulgaram prognósticos de intenções de voto.

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