Para Flávio Dino, se opositores de Bolsonaro não se unirem, vão debater política no exílio ou no xadrez

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Para governador até mesmo emenda parlamentar acaba na ditadura 

AQUILES EMIR

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), postou em suas redes sociais nesta quinta-feira (09) um apelo pela unidade dos que se opõem ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo ele, caso insistam em não apararem as arestas do passado, irão debater política no exílio ou no xadrez.

Pelo que expressa o governador, o Brasil está à beira de um golpe de estado,  orquestrado por Bolsonaro, portanto é preciso que até mesmo quem não é de esquerda, mas não defende o governo, se una aos movimentos contra o presidente.

“É ótimo que pessoas que não são de esquerda se manifestem contra Bolsonaro. Não é hora de tribunal sobre o passado, e sim de união contra uma ditadura. Se tivermos êxito, aí teremos a eleição de 2022 para debater o passado e o futuro. Se não, o debate será no cárcere ou no exílio”  disse o governador prognosticando um futuro sombrio para o país.

A postagem do governador complementa um elogio à decisão do PSDB de ir para a oposição. A decisão foi tomada após os discursos do presidente na terça-feira (07), Dia da Independência.

“Um importante lembrete: depois de um golpe de Estado não existem mais prerrogativas parlamentares, tampouco emendas impositivas ou similares. E os deputados cassados não são apenas da esquerda. Ditadores odeiam parlamentares.

Parlamento – Flávio Dino, alerta ainda parlamentares alinhados ao governo sobre os riscos de não terem sequer suas emendas parlamentares, pois, segundo ele, ditador não gosta de Parlamento.

“Um importante lembrete: depois de um golpe de Estado não existem mais prerrogativas parlamentares, tampouco emendas impositivas ou similares. E os deputados cassados não são apenas da esquerda. Ditadores odeiam parlamentares”.

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