São Luís é uma cidade livre, diz prefeito Eduardo Braide ao saudar vinda de filial das Lojas Havan

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Havan vai se instalar no bairro da Cohama longe da área tombada

AQUILES EMIR

Ao confirmar nesta quinta-feira (22) à noite a versão dada pelo empresário Luciano Hang sobre a chegada da Havan à capital do Maranhão, o prefeito Eduardo Braide (Podemos) disse que São Luís é uma cidade livre. Ele postou ainda em suas redes sociais a mensagem em que diz que empresa é bem vinda.

“São Luís é livre! E sempre vai receber com entusiasmo empresas e iniciativas que gerem emprego e renda pra nossa gente.
Seja bem-vinda à nossa”, escreveu o prefeito.

A polêmica criou-se por conta da réplica da Estátua da Liberdade, o cartão postal mais famosa de New York (Estados Unidos), que é colocada na frente de todas as lojas, e alguns acham que não deveria vir para São Luís.

A politização sobre a vinda da Havan, na verdade, deve-se ao fato de o empresário ser simpatizante do presidente Jair Bolsonaro. Para contrariá-lo,  secretários do Governo do Estado e outros aliados do governador, inclusive pessoas da classe artística, abriram uma campanha a fim de proibida a estátua, sob alegação de que fere a paisagem da cidade, que é tombada como patrimônio histórico da humanidade pelo Unesco.

O bairro é  que ela vai se instalar, a Cohama, no entanto, fica distante da área tombada, portanto não há nenhuma agressão ao patrimônio preservado, sendo inclusive área para edificações de até 30 pavimentos, conforme alteração no Plano Diretor em apreciação na Câmara Municipal.

Nesta quarta-feira (21), ao comentar da polêmica, o empresário Luciano Hang classificou a ação como ideológica, já que a atriz seria militante d PCdoB. Em entrevista a uma emissora de rádio, disse que tinha recebido o telefonema do prefeito Eduardo Braide, que o tranquilizou sobre a autorização para a empresa ser inaugurada.

Noutra postagem, num Português sofrível, criticou a autora da ação, a atriz Claudiane Cotrim:

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Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

2 COMENTÁRIOS

  1. Esse português sofrível, que você está se referindo, é o linguajar do povo, ou você não conversa com eles?

  2. Ele não falou num português sofrível, falou igual maranhense, usou nossas expressões linguística.

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