Suposta pausa de inverno no conflito ucraniano ‘pode durar até 6 meses’, sugere relatório dos Estados Unidos

27

Fornecimento de armas a Kiev agrava crise

As hostilidades relacionadas ao conflito na Ucrânia podem parar “até o próximo ano” devido ao mau tempo, com temperaturas atingindo valores negativos nestas regiões. Segundo um meio de comunicação dos Estados Unidos, citando fontes não identificadas do governo de Biden, a “pausa de inverno pode durar até seis meses”.
De acordo com fontes, a chuva e o solo lamacento devem retardar os movimentos das forças russas e ucranianas, que podem também enfrentar temperaturas negativas e nevascas.
As fontes enfatizaram a importância de usar a suposta pausa de inverno nos desdobramentos de tropas de ambos os lados para reconstruir um “fornecimento de armas defensivas e ofensivas” para Kiev.
As alegações seguiram a fala do subsecretário de Defesa dos EUA, Colin H. Kahl, que disse a repórteres que “você já está vendo o clima ruim na Ucrânia desacelerar um pouco as coisas”. Ele acrescentou que “está ficando muito lamacento, o que torna difícil fazer ofensivas em larga escala”.
As declarações foram precedidas pelo anúncio do Pentágono de assistência militar adicional a Kiev no valor de cerca de US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 2,1 bilhões) composta por quatro sistemas de defesa antiaérea Avenger de curto alcance altamente móveis, capazes de disparar mísseis Stinger, bem como uma grande quantidade de munição, inclusive para os sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade, também conhecido como HIMARS.
Moscou advertiu repetidamente que Washington e seus aliados, ao fornecer armas a Kiev, agravam ainda mais o conflito na Ucrânia.
A Rússia lançou sua operação militar especial na Ucrânia em 24 de fevereiro, depois que as repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) pediram ajuda para se defender das provocações de Kiev. Pouco depois, os países ocidentais lançaram uma ampla campanha de sanções contra Moscou em retaliação, começandotambém a fornecer armas para a Ucrânia
(Agência Sputnik)

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui